Antes mesmo da disputa das semifinais, a Copa do Mundo assegurou mais um feito histórico: o torneio voltará a ser disputado nessa fase por quatro seleções que já conquistaram a taça anteriormente. Com a eliminação da Suíça para a Argentina nas quartas de final, apenas campeões mundiais seguem vivos na disputa pelo título, algo que não acontecia desde a Copa de 90, na Itália. À época, Alemanha, Argentina, Inglaterra e a anfitriã Itália chegaram entre as quatro melhores do torneio, onde os alemães levantaram o troféu. Desde então, todas as edições tiveram ao menos uma equipe sem título mundial entre os semifinalistas. Esta, inclusive, será apenas a terceira vez que as semifinais reúnem exclusivamente campeões do mundo. O cenário também ocorreu em 1970, com Brasil, Itália, Alemanha Ocidental e Uruguai, quando a seleção brasileira conquistou o tri. Os confrontos das semifinais colocam frente a frente França e Espanha, enquanto Argentina e Inglaterra disputam a outra vaga na decisão. As partidas serão realizadas nos dias 14 e 15 de julho, respectivamente, e você acompanha tudo por aqui no tempo real de oGol.
Texto retirado de ogol.com.br
https://www.ogol.com.br/noticias/copa-do-mundo-volta-a-ter-quatro-campeoes-mundiais-nas-semis-apos-quase-40-anos/1156236
A Holanda está fora da Copa do Mundo de 2026 após perder nos pênaltis para o Marrocos, no mais novo capítulo de uma longa sequência de decepções internacionais.
texto original do site flashcore.com.br
Nas últimas três Copas do Mundo, a Holanda não perdeu nenhuma partida. Nem no tempo normal, nem na prorrogação. A invencibilidade já chega a 16 jogos – ninguém na história do torneio tem uma sequência maior.
Mesmo assim, os holandeses só têm uma medalha de bronze de 2014 para mostrar nesta sequência e poucas lembranças positivas. Depois de perder para a Argentina nos pênaltis na semifinal de 2014, a Laranja foi eliminada do mesmo jeito pela mesma Argentina nas quartas de 2022 e agora sofreu o mesmo destino diante do Marrocos.
A derrota desta segunda-feira para o Marrocos foi especialmente amarga. Eles sofreram o gol de empate nos acréscimos. E durante os penais, Bart Verbruggen defendeu a cobrança de Soufiane Rahimi quando a Holanda vencia por 1 a 0, mas acabou, sem querer, empurrando a bola para dentro do gol com o calcanhar.
Agora, a Holanda divide o recorde de mais derrotas em disputas de pênaltis em Mundiais, empatada com a Espanha. Foram quatro reveses no total – número que inclui a derrota para o Brasil em 1998. O time de Memphis Depay se tornou, no entanto, o primeiro a perder três seguidas.
Antes dessa sequência de derrotas na marca do cal, a Holanda perdeu a final da Copa de 2010 nos minutos finais da prorrogação e detém o recorde de mais finais perdidas da história do torneio (1974, 1978 e 2010).
Mesmo assim, os holandeses só têm uma medalha de bronze de 2014 para mostrar nesta sequência e poucas lembranças positivas. Depois de perder para a Argentina nos pênaltis na semifinal de 2014, a Laranja foi eliminada do mesmo jeito pela mesma Argentina nas quartas de 2022 e agora sofreu o mesmo destino diante do Marrocos.
A última vez que a Holanda perdeu uma partida de Copa do Mundo no tempo normal foi há 20 anos, nas oitavas de final da Copa de 2006 contra Portugal.
No total, os holandeses participaram de nove disputas de pênaltis em grandes torneios e foram eliminados sete vezes.
Além dos fracassos em Copas, há também decepções nas Eurocopas de 1992, 1996 e 2000 – três vezes seguidas também. Eles só quebraram esse jejum na Euro seguinte, de 2004, quando superaram a Suécia.
A única vitória da Holanda nos pênaltis foi em 2014, no Brasil, contra a Costa Rica. Naquela ocasião, o experiente técnico Louis van Gaal fez uma escolha inusitada e trocou o goleiro antes da disputa – o reserva Tim Krul foi o herói daquela classificação. Porém, no jogo seguinte, a decisão foi novamente para os pênaltis, mas a Holanda já tinha feito todas as substituições, não pôde repetir a estratégia e perdeu para a Argentina em Itaquera.
O trauma dos pênaltis agora já passou de pai para filho. O técnico Ronald Koeman colocou Justin Kluivert entre os cobradores contra o Marrocos, e ele desperdiçou seu chute, assim como seu pai Patrick fez 26 anos antes.
Apesar de Patrick normalmente ser confiável nas cobranças, ele perdeu um pênalti na semifinal da Euro 2000 contra a Itália, em uma das derrotas mais dolorosas da Laranja. Sediando o torneio e enfrentando uma Itália com um jogador a menos, Kluivert e companhia pareciam prontos para chegar à final, mas perderam dois pênaltis durante o jogo e mais três na disputa de desempate.
Exatamente 26 anos depois, no mesmo dia, Justin Kluivert acertou a mesma trave que seu pai, a Holanda desperdiçou três das cinco cobranças e foi eliminada do Mundial de 2026.
Por Raoni David
Quando enfrentar o Japão nesta segunda-feira, 29 de junho, às 14h no horário de Brasília, em Houston, pela fase de 16 avos da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá, a Seleção Brasileira estará em sua 46ª partida eliminatória na história dos mundiais. O retrospecto é positivo, com 66,7% de aproveitamento e 95 gols marcados. Com 8 gols, Leônidas da Silva e Ronaldo são os maiores artilheiros brasileiros nos mata-mata de Copas.
Dos 45 jogos em mata-mata dos mundiais o Brasil venceu 28, foi derrotado em 11 vezes e teve seis empates. Marcou 95 gols e sofreu 63, tendo um total de 66,7% de aproveitamento. São 33 jogos contra europeus, 8 contra sul-americanos; 2 contra países da Concacaf; e um da Ásia e outro da África.
Nestas seis igualdades, o Brasil se deu melhor nas penalidades em três oportunidades. Ao conquistar o tetracampeonato, em 1994; ao avançar à decisão do título, em 1998; e ao chegar à semifinal na Copa do Mundo de 2014. Por outro lado, foi derrotado nos pênaltis nas quartas de final das Copas de 1986 e 2022. Na edição de 1938, sem prorrogação ou pênaltis previstos, jogou novamente com a Tchecoslováquia num jogo-desempate, quando venceu e passou à semifinal.
Das 11 doloridas derrotas, uma foi na final de 1998; duas em disputas de terceiro lugar em 1974 e 2014; outras duas em semifinais, em 1938 e 2014; quatro em quartas de finais, em 1954, 2006, 2010 e 2018; e mais duas em oitavas de final, em 1934 e 1990. Neste caso cabe a explicação de que o confronto com o Uruguai, pela Copa do Mundo do Brasil, em 1950, não era uma final direta, e sim a última rodada do quadrangular decisivo previsto naquela edição de mundial.
O histórico de 28 vitórias foi construído especialmente no pentacampeonato, já que foram 16 triunfos em mata-mata de competições vencidas pelo Brasil, com destaque para o título de 2002, quando a seleção comandada por Luiz Felipe Scolari venceu os quatro confrontos eliminatórios que fez.
Principais rivais
Chile, Itália, França e Holanda são os países que mais enfrentaram o Brasil em decisões nos mundiais, tendo 100% de aproveitamento diante dos chilenos e vantagem contra os italianos, que saíram vencedores apenas uma vez. Já contra franceses e holandeses o Brasil tem desvantagem, pois venceu ambos apenas uma vez, colecionando duas derrotas para cada. Quando empatou, avançou contra a Holanda, em 1998, mas foi eliminado pela França, em 1986.
Além dos europeus, a única seleção que já derrotou o Brasil em um mata-mata de Copa foi a Argentina, que venceu o confronto pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 1990, na Itália, por 1 a 0.
Os artilheiros
Leônidas da Silva e Ronaldo, com oito gols cada, são os maiores artilheiros do Brasil em confrontos de mata-mata de Copa do Mundo. O Diamante Negro marcou um na Copa de 34 e os outros sete na edição seguinte. Já o Fenômeno fez três no mundial de 1998, outros quatro em 2002 e mais um em 2006.
Com sete gols, Pelé e Vavá aparecem na sequência, enquanto Garrincha e Rivaldo marcaram quatro vezes cada. Com três gols e presente na Copa do Mundo deste ano, Neymar está empatado com Bebeto, Jairzinho, Perácio e Romeu. Careca, César Sampaio, David Luiz, Rivelino, Robinho, Romário e Tostão marcaram duas vezes cada.
(Crédito: Rafael Ribeiro / CBF)
Publicado em 24 de junho de 2026, às 12h00 site futebolpaulista.com.br
Brasil e Escócia se enfrentam na noite desta quarta-feira, 24 de junho, às 19h, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá. O confronto -que vale a classificação e o primeiro lugar na chave- será o 77º da Seleção Brasileira contra uma europeia em toda a história das Copas. São 44 vitórias, 16 empates e 16 derrotas, num total de 64,9% de aproveitamento com 138 gols marcados e 85 sofridos. Pelé é o artilheiro brasileiro nestas partidas.
Destes 76 jogos contra europeus, quatro foram justamente contra a Escócia, estando a seleção brasileira invicta. No primeiro jogo, em 1974, na Alemanha, empate sem gols; em 1982, na Espanha, vitória brasileira por 4 a 1 com gols de Zico, Oscar, Éder e Falcão; oito anos depois, na Itália, Muller marcou o gol solitário da vitória brasileira; enquanto Cafu e Boyd (contra) marcaram os gols do Brasil na vitória por 2 a 1 na França, em 1998.
Após ser derrotado por Iugoslávia e Espanha nas Copas de 1930 e 1934, respectivamente, o Brasil conseguiu sua primeira vitória contra europeus no Mundial da França, em 1938, quando venceu a Polônia por 6 a 5. Naquela mesma edição ainda venceria a Tchecoslováquia e Suécia, para conquistar o terceiro lugar, na primeira grande campanha brasileira em Copas.
Após seis jogos de invencibilidade contra países da Europa -com direito a goleadas históricas sobre Espanha e Suécia em 1950- o Brasil voltou a ser derrotado na Suíça, em 1954, quando foi eliminado pela Hungria após perder por 4 a 2 no que ficou conhecido como a ‘Batalha de Berna’.
Taça em solo europeu
Para conquistar a primeira das cinco taças, porém, o Brasil foi até a Europa. Na Copa da Suécia, em 1958, o time comandado por Vicente Feola enfrentou seis europeus, vencendo a Áustria na estreia, empatando com a Inglaterra na segunda partida e engatando quatro vitórias seguidas contra União Soviética, País de Gales, França e Suécia para ser campeão do Mundo.
O bi, no Chile, veio com vitórias contra Espanha na primeira fase, Inglaterra nas quartas de final e Tchecoslováquia -contra quem empatou sem gols na segunda partida- na decisão.
Fim da invencibilidade
Para conquistar as duas primeiras taças da Copa do Mundo, o Brasil esteve invicto por dez jogos contra países europeus. A vitória diante da Bulgária na Copa de 1966, na Inglaterra, aumentou essa marca para 11 jogos, mas antecedeu duas derrotas para Hungria e Portugal que eliminou precocemente a seleção bicampeã da disputa pelo tri.
Este, porém, veio na Copa seguinte, no México, e com europeus sendo superados no caminho. Na primeira fase, Tchecoslováquia, Inglaterra e Romênia foram vencidas por 4 a 1, 1 a 0 e 3 a 2, respectivamente. Diante da Itália, a decisão valia também o título de primeiro tricampeão do mundo e o Brasil não tomou conhecimento ao vencer por 4 a 1.
As próximas derrotas para europeus foram traumatizantes. Na primeira oportunidade de buscar o tetracampeonato, o Brasil sucumbiu diante da Holanda na Copa de 1974, na Alemanha, onde ainda perdeu o terceiro lugar ao ser derrotado pela Polônia. Já em 1982, na Espanha, a derrota foi para a Itália de Paolo Rossi, que frustrou toda uma geração de brasileiros que apostavam na conquista do título do time que encantava a torcida.
Maior sequência invicta
Em meio a um longo jejum de títulos mundiais, após a derrota para os italianos, o Brasil conseguiu emplacar a sua maior sequência de invencibilidade contra europeus em Copas do Mundo, com 12 partidas sem perder.
Após vencer Espanha, Irlanda do Norte e Polônia, a seleção brasileira foi eliminada pela França na Copa do México, em 1986, somente nos pênaltis; na Copa da Itália, em 1990, venceu Suécia e Escócia antes de ser eliminada pela Argentina; na campanha do tetracampeonato, Rússia, Holanda e Suécia -com quem havia empatado na primeira fase- foram superados antes da vitória nos pênaltis diante da Itália; e, por fim, na Copa da França, em 1998, venceu a Escócia na estreia, mas já classificado o Brasil teve a sequência de invencibilidade quebrada ao perder para a Noruega no último jogo da primeira fase. Aquele time ainda perderia a final da Copa para a França, em nova derrota traumática para europeus.
O penta contra europeus
Para ser pentacampeão em 2002, na Copa do Mundo do Japão e da Coréia do Sul, o Brasil teve que enfrentar -e vencer- europeus em cinco oportunidades. A Turquia, na estreia e na semifinal, além de Bélgica, Inglaterra e a Alemanha, na decisão, que foi derrotada por 2 a 0.
Desde então, dificuldades…
Desde o penta, porém, o Brasil enfrenta muitas dificuldades nos confrontos contra times da Europa. São 13 jogos com 5 vitórias brasileiras -todas na primeira fase-, 5 derrotas -todas em mata-mata- e 3 empates, inclusive no último confronto, na Copa do Mundo do Catar, em 2022, quando foi eliminado pela Croácia, nos pênaltis.
A última vitória foi contra a Suíça, ainda na fase de Grupos da Copa do Mundo de 2022, no Catar, com gol de Casemiro.
Destas cinco derrotas, destacam-se as eliminações para França e Holanda nas Copas de 2006 e 2010, na Alemanha e África do Sul, respectivamente; além do 7 a 1 sofrido pelos alemães e precedido da derrota por 3 a 0 para os holandeses na disputa do terceiro lugar na Copa do Mundo disputada em casa, em 2014.
Artilharia
Segundo maior artilheiro do Brasil em Copas do Mundo com 12 gols, Pelé é o destaque da lista contra europeus, com 11 tentos anotados, seis na Copa de 1958 e cinco na Copa de 1970. Na sequência aparece Leônidas da Silva, que marcou 8 vezes, enquanto Ademir de Menezes e Vavá fecham o Top 3 com sete gols cada.
Jogo foi válido pelo campeonato paulista da segunda divisão 2026
O Independente de Limeira entrou para a história neste sábado ao aplicar uma impiedosa goleada de 17 a 0 sobre o Grêmio Catanduense, pela Bezinha do Campeonato Paulista de 2026. O resultado não apenas estabeleceu a maior goleada da competição, como também se tornou a maior já registrada em todo o futebol profissional do Estado de São Paulo.
A marca superou um recorde que havia sido igualado na semana passada, quando a Matonense venceu justamente o Grêmio Catanduense por 13 a 0. Agora, o Galo de Limeira assumiu sozinho o topo da lista histórica, ultrapassando inclusive a goleada da Ferroviária por 15 a 1 sobre o Velo Clube, pela Série A2 de 1955, que durante décadas foi a maior diferença de gols entre equipes paulistas em torneios profissionais.
O grande nome da partida foi Iago Ramiro. O camisa 10 marcou cinco vezes e disparou na artilharia da Bezinha, chegando aos 11 gols. Matheus Silva e Carlim balançaram as redes duas vezes cada, enquanto Filipe Ferreira, Jean, Kayo, Isac Newton, Léo Alves, Pietro, Diego Mori e Bocão completaram a goleada histórica. O placar ainda teve um gol contra, fechando os 17 tentos do Independente.
Detalhe mais curioso: centroavante Fábio Souza, que veste a 9 do Independente, passou em branco no jogo. Isso mesmo: o centroavante titular do time não marcou nenhum dos 16 gols do time. Ele jogou os 90min. Ele ainda não marcou na Bezinha em seis partidas. No ano tem apenas um gol, em seis jogos que disputou pelo Tanabi na Série A4.
O Grêmio Catanduvense entrou com 9 em campo, no jogo válido pela ultima rodada da Bezinha. Time termina a competição com 66 gols sofridos e 62 gols negativos de saldo.
Com o resultado, a partida passa a liderar a relação das maiores goleadas do futebol profissional paulista. No Paulistão, o recorde pertence ao Paulistano, que fez 12 a 0 sobre a AA Palmeiras em 1920. Na Série A3, a maior goleada é o 15 a 1 do Pirassununguense sobre o Piraju, em 1987. Na Série A4, o Mauense venceu o ECUS Suzano por 14 a 2 em 2015, enquanto na Copa Paulista o maior placar continua sendo o 8 a 1 do Taquaritinga sobre a Paraguaçuense em 2003.
Maiores goleadas por campeonato do futebol profissional paulista
Um dos maiores ídolos da história do futebol, Lionel Messi, de 38 anos, voltou a fazer história nesta segunda-feira (21). Com dois gols marcados contra a Áustria, o camisa 10 se tornou o maior artilheiro da história das Copas do Mundo de forma isolada. O craque tem 18 gols.
Com os dois gols marcados, Messi também assumiu a artilharia da atual edição da Copa do Mundo de forma isolada. Ele balançou as redes em cinco oportunidades nos Estados Unidos.
Lionel Messi fez um em 2006, passou em branco na Copa seguinte. Em 2014, o camisa 10 anotou quatro gols e na Copa de 2018 deixou sua marca uma única vez. Craque e campeão em 2022, o argentino marcou em sete oportunidades.
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira da história com 48 seleções. Esse formato representa um aumento de 16 times em relação às edições anteriores, então é bem possível que, nos confrontos entre favoritos e azarões, vejamos placares dignos de hóquei, que podem rivalizar com a maior goleada já registrada na história dos mundiais, estabelecida pela Hungria, que humilhou o pequeno El Salvador em 1982.
A seleção da Hungria na Copa de 1982, na Espanha, certamente não estava entre os times mais fortes do torneio. Ainda era uma equipe de qualidade, mas fazia parte de um segundo escalão, atrás de Alemanha, Brasil e Itália. Nos anos 70 e 80, o país era presença constante nas Copas (1978, 1982, 1986), mas a era de ouro de Ferenc Puskás já era apenas uma lembrança.
Os nomes de László Fazekas e Tibor Nyilasi eram respeitados no futebol europeu, o time ainda se destacava pelo estilo ofensivo e pela técnica apurada, mas a torcida não tinha grandes expectativas em relação aos seus ídolos. Não era para menos: seguir os passos dos antecessores vitoriosos era praticamente impossível.
El Salvador chegou ao torneio sabendo que nunca havia marcado um gol em Copas do Mundo. Em sua estreia (1970), perdeu todos os jogos da fase de grupos, por um total de 9 a 0. É verdade que o país vivia outros problemas na época, já que estava em meio a uma guerra civil. O futebol não tinha infraestrutura adequada e a seleção tinha dificuldades até para organizar amistosos.
A maior estrela do time era Jorge “Mágico” González, um craque que chegou a jogar no Cádiz e no Valladolid, da Espanha, mas acabou prejudicado pela falta de disciplina. O lendário Diego Maradona chegou a dizer que ele era um dos jogadores mais talentosos que já viu. Nem ele, porém, conseguiu evitar a goleada que até hoje é lembrada.
Para ambos os times, era a estreia no grupo 3 da Copa do Mundo. O jogo entrou para a história e, até hoje, detém vários recordes: é a maior vitória da história das Copas e também o único caso em que um time marcou 10 gols em uma única partida. László Kiss segue sendo o único jogador a fazer um hat-trick saindo do banco, e ainda em apenas sete minutos.
O único gol de El Salvador foi marcado por Luis Ramírez Zapata, aos 19 minutos do segundo tempo, diminuindo para 5 a 1. Como ele mesmo relembrou depois, os companheiros aconselharam que não comemorasse muito, pois tinham medo de irritar os húngaros e levar ainda mais gols. No fim, a Hungria marcou mais cinco.
“Se jogássemos 100 vezes, não conseguiríamos repetir aquele placar”, disse Nyilasi, autor de dois gols, após a partida. “Eles não eram jogadores tão ruins quanto o placar sugere. O problema foi que tentaram atacar de forma muito ingênua,” completou sobre o adversário.
El Salvador perdeu os dois jogos seguintes e, até hoje, aquela foi sua última participação em Copas. Nem a goleada ajudou a Hungria, que acabou eliminada na fase de grupos diante de Bélgica e Argentina.
Depois do vexame, o clima em El Salvador ficou tenso. Por causa do desempenho ruim, Mauricio Rodríguez foi praticamente destituído do cargo de técnico pelos próprios jogadores Ramón Fagoaga, Norberto Huezo (capitão) e Jovel, que anunciaram que assumiriam a responsabilidade pela tática nos jogos restantes contra Bélgica e Argentina.
Começa dia 9 de janeiro mais uma edição do mais difficult campeonato de acesso do Brasil. São José e Taubaté estão na disputa.
Veja a lista de todos os campeõe
| FEDERAÇÃO PAULISTA DE FUTEBOL | ||
|---|---|---|
| Ano | Campeão | Vice |
| 2025 | Capivariano FC (Capivari) | EC Primavera SAF (Indaiatuba) |
| 2024 | Velo Clube (Rio Claro) | Noroeste (Bauru) |
| 2023 | Ponte Preta | Grêmio Novorizontino |
| 2022 | Portuguesa de Desportos | São Bento |
| 2021 | São Bernardo FC | Água Santa |
| 2020 | AD São Caetano | São Bento |
| 2019 | Santo André | Internacional (Limeira) |
| 2018 | Guarani (Campinas) | Oeste (Itápolis) |
| 2017 | São Caetano | Bragantino |
| 2016 | Santo André | Mirassol |
| 2015 | Ferroviária F.S.A. | Grêmio Novorizontino |
| 2014 | Capivariano FC | Red Bull |
| 2013 | Portuguesa de Desportos | Rio Claro FC |
| 2012 | São Bernardo FC | União Barbarense |
| 2011 | XV de Piracicaba | Guarani FC (Campinas) |
| 2010 | Linense | Noroeste |
| 2009 | Monte Azul | Rio Branco |
| 2008 | Santo André | Oeste (Itápolis) |
| 2007 | Portuguesa de Desportos | Rio Preto |
| 2006 | Grêmio Barueri | Sertãozinho |
| 2005 | Juventus | Noroeste |
| 2004 | Internacional (Limeira) | Taubaté |
| 2003 | Oeste FC | Atlético Sorocaba |
| 2002 | Marilia | Francana |
| 2001 | Etti Jundiai FL | Santo André |
| 2000 | AD São Caetano | Etti Jundiai FL |
| 1999 | América (SJ do Rio Preto) | Ponte Preta |
| 1998 | União Barbarense | América (SJ do Rio Preto) |
| 1997 | Matonense | Ituano |
| 1996 | Internacional (Limeira) | AA Portuguesa (Santos) |
| 1995 | Mogi Mirim | XV de Jaú |
| 1994 | AE Araçatuba | Juventus |
| 1993 | Paraguaçuense | Comercial |
| 1992 | Taquaritinga | AD São Caetano |
| 1991 | AE Araçatuba | EC Lemense |
| 1990 | Olimpia DC | Rio Branco (Americana) |
| 1989 | Ferroviário A. Ituano | Ponte Preta |
| 1988 | Bragantino | Catanduvense |
| 1987 | União São João | São José |
| 1986 | Bandeirante (Birigui) | Noroeste |
| 1985 | Mogi Mirim | GE Novorizontino |
| 1984 | Noroeste | Paulista FC (Jundiaí) |
| 1983 | XV de Piracicaba | Noroeste |
| 1982 | Taquaritinga | Bragantino |
| 1981 | Santo André | XV de Piracicaba |
| 1980 | São José | Grêmio Catanduvense |
| 1979 | Taubaté | Santo André |
| 1978 | Internacional (Limeira) | AE Velo Clube R |
| 1977 | Francana | Araçatuba |
| 1976 | XV de Jaú | Aliança |
| 1975 | Santo André | Grêmio E. Catanduvense |
| 1974 | Grêmio E. Catanduvense | Santo André |
| 1973 | AE Araçatuba | Rio Claro FC |
| 1972 | São José | Garça |
| 1971 | Marilia | Saad |
| 1970 | Noroeste | Nacional |
| 1969 | Ponte Preta | Francana |
| 1968 | Paulista | Francana |
| 1967 | XV de Piracicaba | Bragantino |
| 1966 | A Ferroviária E | XV de Piracicaba |
| 1965 | C.A. Bragantino | Barretos EC |
| 1964 | AA Portuguesa (Santos) | Ponte Preta |
| 1963 | América (SJ do Rio Preto) | EC Taubaté |
| 1962 | São Bento (Sorocaba) | América (SJ do Rio Preto) |
| 1961 | A. Prudentina E.A. | Ponte Preta |
| 1960 | A. Esportiva de Guaratinguetá | Catanduva EC e Batatais |
| 1959 | Corinthians (Presidente Prudente) | Bragantino |
| 1958 | Comercial (Ribeirão Preto) | Corinthians (Presidente Prudente) |
| 1957 | América (SJ do Rio Preto) | São Bento (Sorocaba) |
| 1956 | Botafogo FC (Ribeirão Preto) | Paulista FC (Jundiaí) |
| 1955 | A Ferroviária E | Botafogo (Ribeirão Preto) |
| 1954 | Taubaté | Comercial (Ribeirão Preto) |
| 1953 | Noroeste | A Ferroviária E |
| 1952 | Linense | A Ferroviária E |
| 1951 | XV de Jaú | Linense |
| 1950 | Radium | Botafogo (Rib. Preto) |
| 1949 | Guarani (Campinas) | Batatais FC |
| 1948 | XV de Piracicaba | Rio Pardo FC |
| 1947 | XV de Piracicaba | EC Taubaté |
| Abaixo todos os campeões da atual Série A2 que passou a ser oficializado pela Federação Paulista de Futebol (fundada em 14-12-1941) em 23 de setembro de 2021. | ||
| 1946 FPF (3) | Santo Amaro FC | — |
| 1946 FPF (4) | Bauru AC | Guarani FC |
| 1945 FPF (3) | São Cristovão FC | Ícaro AC |
| 1945 FPF (4) | Batatais FC | AA Ponte Preta |
| 1944 FPF (3) | União Vasco da Gama FC | Ícaro AC |
| 1944 FPF (4) | Guarani FC | AA São Bento (Marilia) |
| 1943 FPF (3) | CE América | União Vasco da Gama FC |
| 1943 FPF (4) | EC Noroeste | Guarani FC |
| 1942 FPF (3) | AA Light & Power | Lapeaninho FC |
| 1942 FPF (4) | EC Taubaté | Lusitana FC (Bauru) |
| 1941 FPF | Santo Amaro FC | AA Guanabara |
| OUTRAS LIGAS / ASSOCIAÇÕES | ||
| 1940 LFESP | São Caetano EC (S. Caetano do Sul) | Cerâmica FC (São Caetano do Sul) |
| 1940 FPFA | Santo Amaro FC | SC Syrio |
| 1939 LFESP | Corinthians FC (Santo André) | EC São Bernardo (S.B. do Campo) |
| 1939 FPFA | SC Syrio | EC Araguaia |
| 1938 LFESP | AA Tramway Cantareira | Corinthians FC (S.B. do Campo) |
| O Corinthians F.C. era uma equipe de São Bernardo do Campo que ficava no distrito de Santo André, que se emancipou no final de 1938. | ||
| 1938 FPFA | SC Syrio | AA Guanabara |
| 1937 FPFA | AA Guanabara | CR Tietê-São Paulo |
| 1936 FPFA | SC Syrio | CR Tietê-São Paulo |
| 1935 LPF | CA Albion | São Paulo Railway AC |
| 1934 APEA (3) | AA Ordem e Progresso | EC Cama Patente |
| 1934 APEA (6) | Campinas FC | — |
| 1934 APEA (5) | AA Portuguesa | Brasil FC |
| 1934 FPF | AA Ferroviária (Pindamonhangaba) | — |
| 1933 APEA (3) | CE Fábricas Orion | CRA Ítalo Brasileiro |
| 1933 APEA (6) | AA Ponte Preta | — |
| 1933 APEA (5) | AA Portuguesa | EC Bandeirantes |
| 1932 APEA (3) | CA Albion | Lusitano FC |
| 1932 APEA (6) | Guarani FC | — |
| 1932 APEA (5) | AA Portuguesa | Hespanha FC |
| 1931 APEA (3) | AA São Paulo Alpargatas | Antarctica FC |
| 1931 APEA (4) | XV de Piracicaba | CA Cravinhos (Cravinhos) |
| 1930 APEA (3) | Antarctica FC | AA São Paulo Alpargatas |
| 1930 APEA (4) | Amparo AC | Paulista FC (Jundiaí) |
| 1929 APEA (3) | Cotonifício Rodolfi Crespi FC | AA República |
| 1929 APEA (4) | Floresta AC (Amparo) | AA Francana |
| 1929 LAF (3) | AA São Geraldo | União Vasco da Gama FC |
| 1929 LAF (4) (RPM) (RL) |
Rio Claro FC Brasil FC (Santos) |
AA Pinhalense (Espirito Santo de Pinhal) EC Botafogo (Santos) |
| RPM » Região Paulista – Mogiana; RL » Região Litoral | ||
| 1928 APEA (3) | CA Silex | AA Republica |
| 1928 APEA (4) | São Caetano EC (São Caetano do Sul, na época Santo André) | Botafogo FC (Rib. Preto) |
| 1928 LAF (3) | União Fluminense FC | AA São Geraldo |
| 1928 LAF (4) (RM) (RP) (RCB) |
Amparo AC Rio Claro FC EC Taubaté |
SC Itapira AA Internacional (Limeira) Cachoeira FC (Cachoeira Paulista) |
| RM » Região Mogiana; RP » Região Paulista; e RCB » Região Central do Brasil | ||
| 1928 LAF (5) | Brasil FC | Hespanha FC Extra |
| 1927 APEA (3) | Voluntarios da Pátria FC | Cotonificio Rodolfo Crespi FC |
| 1927 APEA (4) | Botafogo FC (Rib. Preto) | SC Savoia (Votorantim) |
| 1927 LAF (3) | União Lapa FC | União Fluminense FC |
| 1927 LAF (4) | AA Ponte Preta | AA Internacional (Limeira) |
| 1927 LAF (5) | Hespanha FC | EC Glorioso |
| 1926 APEA (3) | Primeiro de Maio FC (São Bernardo) | AA República |
| 1926 APEA (4) | EC Elvira (Jacarei) | XV de Jaú |
| 1926 LAF (3) | CA Sant’ana | União Lapa FC |
| 1926 LAF (4) | EC Taubaté | EC Lemense |
| 1925 APSA (3) | CA Silex | Primeiro de Maio FC (São Bernardo) |
| 1925 APSA (4) | AE Velo Clube R. | SC Sorocabano e EC Elvira (Javareí) |
| 1924 APSA (3) | CA Independência (São Paulo) | CA Silex |
| 1923 APSA (3) | CA Audax | CA Independência |
| 1923 APSA (4) | Rio Branco FC (Americana) | SC Sorocabano |
| 1922 APSA (3) | Ass. Graphica Paulista de Desp. | FBC Flor do Ypiranga |
| 1922 APSA (4) | Rio Branco FC (Americana) | SE Sanjoanense (SJ da Boa Vista) |
| 1921 APSA 3 | CA Independência (São Paulo) | Ass. Graphica Paulista de Desp. |
| 1921 APSA (4) | Paulista FC (Jundiaí) | Commercial FC (Rib. Preto) |
| 1920 APSA (3) | SC Syrio (São Paulo) | União Artística Cambucy (Sao Paulo) |
| 1920 APSA (4) | Corinthians Jundiahyense FC | SE Sanjoanense (SJ da Boa Vista) |
| 1919 APSA (3) | União Fluminense FC | Ruggerone FC |
| 1919 APSA (4) | Paulista FC (Jundiaí) | XV de Piracicaba |
| 1918 APSA (3) | União Fluminense FC | União Brasil FC |
| 1918 APSA (4) | EC Taubaté | Commercial (Rib. Preto) |
| 1917 APSA | Minas Gerais Foot-ball Club | União Fluminense FC |
| 1916 LPF | União Brasil FC | Antarctica FC |
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Corinthians ganhou neste ano e chegou ao tetra alcançando o Palmeiras. Cruzeiro continua sendo o maior vencedor do torneio com 6 títulos.
Confira todos os campeões e vices da Copa, que começou a ser disputada em 1989.
| Ano | Campeão | Vice | Semifinalistas |
| 1989 | Grêmio | Sport | Flamengo e Goiás |
| 1990 | Flamengo | Goiás | Náutico e Criciúma |
| 1991 | Criciúma | Grêmio | Remo e Coritiba |
| 1992 | Inter | Fluminense | Palmeiras e Sport |
| 1993 | Cruzeiro | Grêmio | Vasco e Flamengo |
| 1994 | Grêmio | Ceará | Vasco e Linhares |
| 1995 | Corinthians | Grêmio | Vasco e Flamengo |
| 1996 | Cruzeiro | Cruzeiro | Flamengo e Grêmio |
| 1997 | Grêmio | Flamengo | Corinthians e Palmeiras |
| 1998 | Palmeiras | Cruzeiro | Santos e Vasco |
| 1999 | Juventude | Botafogo | Inter e Palmeiras |
| 2000 | Cruzeiro | São Paulo | Santos e Atlético-MG |
| 2001 | Grêmio | Corinthians | Coritiba e Ponte Preta |
| 2002 | Corinthians | Brasiliense | São Paulo e Atlético-MG |
| 2003 | Cruzeiro | Flamengo | Goiás e Sport |
| 2004 | Santo André | Flamengo | 15 de Novembro-RS e Vitória |
| 2005 | Paulista | Fluminense | Cruzeiro e Ceará |
| 2006 | Flamengo | Vasco | Ipatinga e Fluminense |
| 2007 | Fluminense | Figueirense | Brasiliense e Botafogo |
| 2008 | Sport | Corinthians | Vasco e Botafogo |
| 2009 | Corinthians | Inter | Vasco e Coritiba |
| 2010 | Santos | Vitória | Grêmio e Atlético-GO |
| 2011 | Vasco | Coritiba | Avaí e Ceará |
| 2012 | Palmeiras | Coritiba | Grêmio e São Paulo |
| 2013 | Flamengo | Atlético-PR | Goiás e Grêmio |
| 2014 | Atlético-MG | Cruzeiro | Flamengo e Santos |
| 2015 | Palmeiras | Santos | Fluminense e São Paulo |
| 2016 | Grêmio | Atlético-MG | Cruzeiro e Inter |
| 2017 | Cruzeiro | Flamengo | Grêmio e Botafogo |
| 2018 | Cruzeiro | Corinthians | Palmeiras e Flamengo |
| 2019 | Athletico-PR | Internacional | Grêmio e Cruzeiro |
| 2020 | Palmeiras | Grêmio | América-MG e São Paulo |
| 2021 | Atlético-MG | Athletico-PR | Fortaleza e Flamengo |
| 2022 | Flamengo | Corinthians | São Paulo e Fluminense |
| 2023 | São Paulo | Flamengo | Corinthians e Grêmio |
| 2024 | Flamengo | Atlético-MG | Corinthians e Vasco |
| 2025 | Corinthians | Vasco | Fluminense e Cruzeiro |
texto publicado pelo site globoesporte.com as 20:00 do dia 18/11/25
Os 12 grupos da primeira fase da Copa do Mundo de 2026 serão revelados no dia 5 de dezembro. O sorteio que define os confrontos das 48 seleções ocorrerá no Kennedy Center, em Washington D.C., às 14h (horário de Brasília). A data da cerimônia foi confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em uma coletiva na Casa Branca.
Para o sorteio, o primeiro pote terá os cabeças de chave: os três países-sede (Estados Unidos, México e Canadá) e as nove seleções mais bem colocadas no ranking da Fifa. O Brasil será um deles.
A Copa do Mundo de 2026 já tem 39 seleções confirmadas. As seis vagas restantes serão conquistadas na Data Fifa de março pela repescagem. Quatro seleções vão se classificar na Europa e outras duas nos playoffs que reúnem as outras confederações, que tem na disputa uma seleção da América do Sul, uma da África, uma da Ásia, uma da Oceania e duas da América do Norte/Central.
Com número recorde de 48 seleções, cada grupo da fase inicial da Copa contará com quatro equipes. Os dois países mais bem colocados de cada chave avançam para o mata-mata, assim como os oito melhores terceiros lugares.
O sorteio da Copa de 2026 também terá uma novidade especial. Torcedores de cada uma das 16 cidades-sede (duas no Canadá, três no México e 11 nos Estados Unidos) vão ter a chance participar de uma iniciativa para concorrer a um ingresso gratuito para o Mundial, incluindo uma experiência VIP. Um número selecionado de ingressos será alocado a cada um dos municípios que vão receber os jogos.
A fase de grupos terá 72 jogos, em todas as sedes, e acontecerá entre 11 e 27 de junho. A primeira parte do mata-mata irá de 28 de junho a 3 de julho, em 14 cidades. As oitavas de final ocorrerão em oito estádios, entre 4 e 7 de julho. A partir das quartas de final, a Copa do Mundo terá partidas apenas nos Estados Unidos.
© 2019. Futebol do Vale por Antonio Carmo.