São José e União São João de Araras decidem o título de 2026
A Copa Paulista de Futebol é uma competição brasileira de futebol organizada pela Federação Paulista de Futebol. É considerada o segundo torneio em importância em nível estadual em São Paulo. O Campeão tem direito de escolha entre Copa do Brasil ou Serie D.
A competição tem raízas na década de 1960 quando a FPF promoveu pela primeira vez um torneio com a intenção de movimentar as equipes paulistas nos intervalos do calendário do futebol brasileiro.[1] Como resultado, nasceu a Taça Estado de São Paulo de 1962, disputada por 69 equipes e cujo vencedor foi o Corinthians.[1]
Em 1979, a FPF criou a Copa São Paulo de Futebol Profissional, um torneio que foi disputado por três anos consecutivos e que reunia equipes que não estavam competindo no calendário nacional.[1] A primeira edição contou com 22 clubes, a segunda teve 62 participantes e a terceira contou com 56 equipes.[1] Quatro anos depois, a FPF promoveu uma competição nesse formato com 54 times pra comemorar 50 anos de existência.[1]
A Copa Paulista como é conhecida atualmente teve sua primeira edição em 1999 sob a denominação de Copa Estado de São Paulo.[1][2] Com o mesmo formato das competições antecedentes, resgatava a proposta de ser um torneio para ser disputado por clubes das Séries A1, A2 e A3 do futebol paulista que não participam de alguma das divisões do Campeonato Brasileiro[3][4] ou que manifestam interesse em colocar seus times alternativos — os chamados “time B” — em atividade.[5][6] Teve como primeiro campeão o Paulista, de Jundiaí.[7]
A partir de 2001, passou a ser disputada de maneira ininterrupta geralmente no segundo semestre do calendário nacional. Ao longo dos anos, teve diversas denominações, mas sempre mantendo o formato consagrado pela Copa São Paulo de Futebol Profissional.[1]
A partir de 2005, o campeão da Copa Paulista foi indicado a uma das vagas disponíveis à Federação Paulista de Futebol para a Copa do Brasil do ano seguinte[8] e, entre as edições de 2007 e 2010, também disputava a Recopa Sul-Brasileira no mesmo ano.[9] A partir da edição de 2016, o vencedor da competição poderia escolher entre disputar a Copa do Brasil ou o Campeonato Brasileiro – Série D na temporada seguinte.[10][11]
Todas as edições da competição, reconhecidas oficialmente pela Federação Paulista de Futebol. [12]
* Conquistou o título de forma invicta.
¹ Até 2013, o Grêmio Osasco Audax era conhecido como Audax São Paulo e tinha como sede a cidade de São Paulo, tendo-se mudado, posteriormente, para Osasco.
| Clube | Títulos | Vices | Semifinal | Aproveitamento em finais |
|---|---|---|---|---|
| 3 (2016, 2022 e 2025) | 2 (2008 e 2019) | 5 (2013, 2014, 2017, 2020 e 2023) | 60% | |
| 3 (1999, 2010 e 2011) | 1 (2009) | 0 | 75% | |
| 2 (2006 e 2017) | 2 (2016 e 2018) | 6 (1962), 1987, 1999, 2002,[CP] 2007 e 2012) | 50% | |
| 2 (2003 e 2014) | 1 (2002[CP]) | 1 (2008) | 66% | |
| 2 (1985 e 2002[CP]) | 1 (1987) | 0 | 100% | |
| 2 (2013 e 2021) | 0 | 3 (2006, 2011 e 2020) | 100% | |
| 2 (2005 e 2012) | 0 | 2 (2001 e 2026) | 100% | |
| 1 (2015) | 1 (2007) | 1 (2010) | 50% | |
| 1 (2004) | 1 (1962) | 0 | 50% | |
| 1 (2018) | 1 (2024) | 0 | 50% | |
| 1 (2020) | 0 | 4 (2017, 2021, 2022 e 2024) | 100% | |
| 1 (2019) | 0 | 3 (2016, 2021 e 2022) | 100% | |
| 1 (2007) | 0 | 1 (2001) | 100% | |
| 1 (1962) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (1979) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (1980) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (1981) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (2001) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (2008) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (2009) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (2023) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (2024) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (1987) | 0 | 0 | 100% | |
| 1 (1992) | 0 | 2 (2007 e 2009) | – | |
| 0 | 3 (1999, 2003 e 2015) | 1 (2004) | 25% | |
| 0 | 2 (2014 e 2021) | 2 (2006 e 2009) | 0% | |
| 0 | 2 (2020 e 2022) | 1 (2003) | 0% | |
| 0 | 2 (2012 e 2013) | 0 | 0% | |
| 0 | 1 (2011) | 4 (1962, 2003, 2005 e 2025) | 0% | |
| 0 | 1 (2001) | 1 (2015) | 0% | |
| 0 | 1 (2005) | 1 (2016) | 0% | |
| 0 | 1 (2010) | 1 (2018) | 0% | |
| 0 | 1 (2002[CP]) | 0 | 0% | |
| 0 | 1 (2004) | 0 | 0% | |
| 0 | 1 (2006) | 0 | 0% | |
| 0 | 1 (2017) | 0 | 0% | |
| 0 | 1 (2023) | 0 | 0% | |
| 0 | 1 (2025) | 0 | 0% | |
| 0 | 0 | 3 (1980, 1985 e 2004) | – | |
| 0 | 0 | 3 (2002,[CP] 2008 e 2019) | – | |
| 0 | 0 | 3 (2023, 2025 e 2026) | – | |
| 0 | 0 | 2 (2011 e 2012) | – | |
| 0 | 0 | 2 (2010 e 2015) | – | |
| 0 | 0 | 1 (1987) | – | |
| 0 | 0 | 1 (1999) | – | |
| 0 | 0 | 1 (2002[CP]) | – | |
| 0 | 0 | 1 (2002[CP]) | – | |
| 0 | 0 | 1 (2013) | – | |
| 0 | 0 | 1 (2014) | – | |
| 0 | 0 | 1 (2018) | – | |
| 0 | 0 | 1 (2019) | – | |
| 0 | 0 | 1 (2024) | – |
Equipe campeã mundial chegou a 39 jogos sem derrota
A Espanha ampliou sua invencibilidade para 39 jogos neste sábado ao vencer por 3 a 2 a Inglaterra, em Wembley, com gols de Yamal, Álex Baena e Oyarzabal – Gordon e Harry Kane descontaram -, pela Liga das Nações. Trata-se da maior série invicta da história do futebol de seleções. São 30 vitórias e nove empates.
Neste período de dois anos e sete meses, a Espanha conquistou a Eurocopa de 2024 com vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra na decisão, na Alemanha, e a Copa do Mundo de 2026 com um triunfo por 1 a 0 sobre a Argentina na prorrogação, nos Estados Unidos.
– É muito difícil nos ganhar porque nossa seleção ataca e defende com todos juntos, como uma equipe. É tentar seguir trabalhar e desfrutar dessa caminhada – afirmou Álex Baena, autor do segundo gol espanhol contra a Inglaterra.
A última derrota aconteceu em 22 de março de 2024, para a Colômbia (0x1), curiosamente em Londres, num amistoso. Quatro dias depois, no Santiago Bernabéu, também numa partida amistosa, iniciou a sequência positiva com empate por 3 a 3 com o Brasil. Veja lista abaixo com todos os jogos:
Jogos da invencibilidade espanhola
| Data | Adversário | Competição | Resultado |
| 26/03/24 | Brasil | Amistoso | 3×3 |
| 05/06/24 | Andorra | Amistoso | 5×0 |
| 08/06/24 | Irlanda do Norte | Amistoso | 5×1 |
| 15/06/24 | Croácia | Eurocopa 2024 | 3×0 |
| 20/06/24 | Itália | Eurocopa 2024 | 1×0 |
| 24/06/24 | Albânia | Eurocopa 2024 | 1×0 |
| 30/06/24 | Geórgia | Eurocopa 2024 | 4×1 |
| 05/07/24 | Alemanha | Eurocopa 2024 | 2×1 (Prorrogação) |
| 09/07/24 | França | Eurocopa 2024 | 2×1 |
| 14/07/24 | Inglaterra | Eurocopa 2024 | 2×1 |
| 05/09/24 | Sérvia | Liga das Nações 2024/25 | 0x0 |
| 08/09/24 | Suíça | Liga das Nações 2024/25 | 4×1 |
| 12/10/24 | Dinamarca | Liga das Nações 2024/25 | 1×0 |
| 15/10/24 | Sérvia | Liga das Nações 2024/25 | 3×0 |
| 15/11/24 | Dinamarca | Liga das Nações 2024/25 | 2×1 |
| 18/11/24 | Suíça | Liga das Nações 2024/25 | 3×2 |
| 20/03/25 | Holanda | Liga das Nações 2024/25 | 2×2 |
| 23/03/25 | Holanda | Liga das Nações 2024/25 | 3×3 (5×4 nos pênaltis) |
| 05/06/25 | França | Liga das Nações 2024/25 | 5×4 |
| 08/06/25 | Portugal | Liga das Nações 2024/25 | 2×2 (derrota por 5×3 nos pênaltis) |
| 04/09/25 | Bulgária | Eliminatórias da Copa do Mundo | 3×0 |
| 07/09/25 | Turquia | Eliminatórias da Copa do Mundo | 6×0 |
| 11/10/25 | Geórgia | Eliminatórias da Copa do Mundo | 2×0 |
| 14/10/25 | Bulgária | Eliminatórias da Copa do Mundo | 4×0 |
| 15/11/25 | Geórgia | Eliminatórias da Copa do Mundo | 4×0 |
| 18/11/25 | Turquia | Eliminatórias da Copa do Mundo | 2×2 |
| 27/03/26 | Sérvia | Amistosos Seleções 2026 | 3×0 |
| 31/03/26 | Egito | Amistosos Seleções 2026 | 0x0 |
| 04/06/26 | Iraque | Amistosos Seleções 2026 | 1×1 |
| 08/06/26 | Peru | Amistosos Seleções 2026 | 3×1 |
| 15/06/26 | Cabo Verde | Copa do Mundo 2026 | 0x0 |
| 21/06/26 | Arábia Saudita | Copa do Mundo 2026 | 4×0 |
| 26/06/26 | Uruguai | Copa do Mundo 2026 | 1×0 |
| 02/07/26 | Áustria | Copa do Mundo 2026 | 3×0 |
| 06/07/26 | Portugal | Copa do Mundo 2026 | 1×0 |
| 10/07/26 | Bélgica | Copa do Mundo 2026 | 2×1 |
| 14/07/26 | França | Copa do Mundo 2026 | 2×0 |
| 19/07/26 | Argentina | Copa do Mundo 2026 | 1×0 (Prorrogação) |
| 26/09/26 | Inglaterra | Liga das Nações 26/27 | 3×2 |
texto publicado no site do globoesporte.com
Os clubes das Séries A e B aprovaram nesta segunda-feira uma nova grade de horários dos jogos do Campeonato Brasileiro, com redução do número de partidas noturnas. A proposta, que foi debatida pelos clubes em reunião em um hotel no Rio de Janeiro, precisará ser levada às empresas detentoras dos direitos de transmissão e entrará em vigor em 2027.
Na Série A, os domingos serão prioridade, com sete dos 10 jogos das rodadas de fins de semana. Na proposta dos clubes, as partidas ocorreriam no intervalo entre as 11h e as 19h30. Três partidas seriam disputadas no tradicional horário das 16h. Aos sábados, haveria duas janelas, às 16h (dois jogos) e 19h30 (um jogo).
No meio de semana, a quarta-feira será protagonista, com seis de 10 jogos, nas janelas de 19h30, 20h30 e 21h30. Terças e quintas teriam apenas uma janela, às 20h.
As mudanças fazem parte de um plano da CBF para padronizar horários e tentar tornar as competições mais atrativas.
Abel Ferreira bateu mais um recorde nesta quarta-feira (17) ao garantir a classificação do Palmeiras para a semifinal da Libertadores 2026 diante da LDU.
O treinador português alcançou sua sexta semi do torneio continental, igualando a marca histórica que até então pertencia exclusivamente a Luiz Felipe Scolari e Marcelo Gallardo.
Para efeito de comparação, Felipão levou nove temporadas para atingir o número (com passagens por Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e Athletico-PR), enquanto Gallardo necessitou de 11 edições, todas no comando do River Plate.
No duelo por uma vaga na grande decisão de 2026, o Verdão terá o Fluminense pela frente, na tentativa de levar Abel Ferreira à sua quarta final continental.
Contratado no fim de 2020, o português conquistou o bicampeonato da Libertadores em seus dois primeiros anos de clube (2020 e 2021) e voltou à decisão em 2025, quando ficou com o vice-campeonato após derrota por 1 a 0 para o Flamengo.
Desde a sua chegada ao futebol brasileiro, a única temporada em que Abel não colocou o Palmeiras entre os quatro melhores do continente foi em 2024. Na ocasião, o time acabou eliminado nas oitavas de final pelo Botafogo de Artur Jorge, equipe que se sagraria campeã daquela edição.
Técnico mais longevo do Palmeiras em uma única passagem, Abel isola-se cada vez mais no topo da história do clube com marcas expressivas:
• Tríplice coroação de prateleiras: É o primeiro treinador palestrino a conquistar ao menos um título estadual, um nacional e um internacional.
• Soberania internacional: Com três taças continentais, lidera o ranking do clube no quesito, deixando para trás Felipão (duas) e Ventura Cambon (uma).
• Maior campeão geral: Acumula 11 títulos no total, mantendo o posto de comandante mais vitorioso de toda a história alviverde.
A passagem de Léo Condé pelo comando do Remo chegou ao fim na madrugada desta terça-feira (15). Em nota oficial divulgada pela diretoria, o clube paraense confirmou o desligamento do treinador e de sua comissão técnica logo após o revés por 2 a 1 diante do Bahia, em Salvador, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A diretoria azulina informou que o encerramento do contrato ocorreu em “comum acordo” durante o voo de regresso da delegação a Belém. Além do treinador, também deixam o Leão os auxiliares técnicos Felipe Surian e Renato Negrão, juntamente com o preparador físico Diego Kami Muri.
Com a saída de Condé, a Série A alcança a marca de 17 mudanças de técnicos ao longo do torneio — superando a demissão recente de Luis Castro no Grêmio.
Contratado em março deste ano para substituir o mexicano Juan Carlos Osorio, Léo Condé esteve no comando do Remo por 30 exibições oficiais, onde acumulou oito vitórias, sete empates e 15 derrotas.
Essa é a segunda mudança promovida pelo clube paraense durante o Brasileirão. Condé havia assumido o comando em março, depois da saída do espanhol Juan Carlos Osorio.
Os 17 técnicos que deixaram seus clubes no Brasileirão de 2026
Jorge Sampaoli – Atlético-MG
Fernando Diniz – Vasco
Juan Carlos Osorio – Remo
Filipe Luís – Flamengo
Hernán Crespo – São Paulo
Tite – Cruzeiro
Juan Pablo Vojvoda – Santos
Martín Anselmi – Botafogo
Gilmar Dal Pozzo – Chapecoense
Dorival Júnior – Corinthians
Roger Machado – São Paulo
Fábio Matias – Chapecoense
Renato Gaúcho – Vasco
Luis Zubeldía – Fluminense
Franclim Carvalho – Botafogo
Luís Castro – Grêmio
Léo Condé – Remo
Se o futebol inglês se acostumou no passar dos anos com os inúmeros brasileiros que por lá estão, em setembro de 1987 isso seria uma grande novidade. Francisco Ernandi Lima da Silva, o Mirandinha, foi quem abriu as fronteiras para os conterrâneos na elite da Inglaterra, antes da criação da Premier League, em um campeonato que vivia um momento de revolução.
Para entender essa história, primeiro, é preciso voltar dois anos antes da contratação de Mirandinha pelo Newcastle, em 1985, mais precisamente na final de Liga dos Campeões entre Liverpool e Juventus. O que isso tem a ver com o brasileiro? Nada e tudo. É que, naquela ocasião, aconteceu a fatídica Tragédia de Heysel, causada em um dos momentos de ápice do Hooliganismo inglês. A partir de então, tudo mudou para futebol do país, que acabou suspenso por cinco anos de competições europeias.
“A minha ida para a Inglaterra foi uma surpresa para todos, inclusive para mim, que tinha perspectiva de Itália, Espanha, França, Portugal e vários outros países que tinham clubes que cogitavam minha contratação”, declarou Mirandinha, em entrevista ao oGol.
A transferência do jogador do Palmeiras para o Newcastle aconteceu quando ele defendia a seleção brasileira numa excursão pela Europa, com início justamente na Inglaterra. Na estreia com camisa principal da seleção, Mirandinha marcou de cara o gol que deu o empate para o Brasil contra os ingleses, em pleno Wembley.
“Marcar um gol em Wembley representa o auge da carreira de qualquer jogador. Tive uma participação muito boa naquele momento, o que carimbou definitivamente minha ida para o Newcastle”, relembrou, ressaltando que naquela mesma excursão ele viria a ser eleito o melhor jogador em campo contra a Escócia.
Sem empresário envolvido no negócio, apenas um conselheiro do Palmeiras que tinha conexões com o clube inglês, o atacante acabou negociado por 950 mil dólares. A façanha era tal que Mirandinha não seria somente o primeiro brasileiro a jogar na Inglaterra, como também um dos primeiros sul-americanos – naquela temporada, além dele, apenas o argentino Osvaldo Ardiles, que defendia o Tottenham já há algum tempo, entrou em campo.
Mirandinha passou duas temporadas na Inglaterra, disputou 60 partidas pelo Newcastle e marcou 20 gols. O sucesso por lá não aconteceu somente em um período muito diferente para o futebol inglês fora de campo, mas também dentro dele. Quem hoje acompanha a Premier League, fundada cinco anos depois da passagem de Mirandinha, em 1992, e considera o jogo por lá um dos mais vistosos de se ver, poderia não achar o mesmo algumas décadas atrás.
“O futebol inglês até o final dos anos 1980 era muito viril, muito choque, combate direto, zagueiros na área… Eu lembro bem que a bola passava do meio-campo e já virava cruzamento. Eu tive a felicidade de jogar em um time que jogava muito diferente, o Newcastle tinha Paul Gascoine, Paul Goddard, o próprio David McCreery, um irlandês que jogava muito com a bola no chão”, afirma, lembrando a parceria que construiu com o então jovem ‘Gazza’, como carinhosamente chama o lendário meia inglês: “é um parceiro que eu fiz no futebol”.
O feito de ser o primeiro jogador brasileiro a atuar no futebol inglês não pode resumir a carreira de Mirandinha, seria leviano. O jogador iniciou a carreira no Ferroviário de Fortaleza, surpreendeu o Botafogo depois de grandes atuações nas divisões inferiores do Campeonato Paulista pelo pequeno Palmeiras de São João da Boa Vista e fez grande sucesso no Brasil, principalmente, com as camisas de Náutico e Palmeiras (desta vez o principal).
“Fui parar no Náutico em 1983 e, por incrível que pareça, com a exceção do Palmeiras foi o grande time em que mais me senti bem. Tive a felicidade de no Brasileiro de 1983 fazer gol em todos os gigantes do futebol brasileiro… Foram muitas façanhas que o Náutico conquistou naquele ano e o torcedor tem aquele Náutico como um dos melhores times da história, com a exceção do time do hexa”, conta.
Do Náutico, Mirandinha retornou ao futebol paulista, onde defendeu a Portuguesa e teve uma passagem rápida pelo Santos. Disputou um Campeonato Mineiro pelo Cruzeiro e encontrou o auge no país pelo Palmeiras.
“O Palmeiras que foi realmente o grande time da minha carreira: me deu status de jogador de time grande, todo ano disputando artilharia de Paulista e Brasileiro, a única coisa negativa é que não conquistei título, foi o que faltou”, lamentou.
Fora do cenário do futebol brasileiro, Mirandinha ainda desbravou outros países. Teve uma rápida passagem pelo futebol português, pelo Belenenses, onde não teve sequência pois, segundo ele, o clube não pôde arcar com os compromissos financeiros então firmados. Também jogou no Japão, onde ficou por três anos.
Diferentemente do futebol inglês, na Terra do Sol Nascente o atacante era mais um dos vários brasileiros que tinham a missão não apenas de jogar futebol, mas quase de “ensinar” o esporte.
“Logicamente o futebol naquela oportunidade caminhava precariamente, não tinha grandes somas, também não tinha estrutura. Jogava-se em campo de má qualidade, alguns deles sintéticos, tipo ‘carpetão’ mesmo… A gente caía e ralava todo”, conta, lembrando que jogadores de renome como Zico, Oscar e o argentino Ramon Dias já haviam atuado por lá também.
“O futebol japonês fez uma coisa que impressionou a todos nós brasileiros. Eles mandavam muitos jovens para o Brasil e quando os garotos se destacavam aqui eles mandavam de volta para o Japão. Até investir em grupos de torcedores para ensinar o japonês torcer eles fizeram… Não é à toa que hoje é um país que se classifica entre os primeiros na Ásia para a Copa do Mundo”, afirmou.
Mais tarde na carreira como treinador, Mirandinha não perdeu a veia desbravadora. Trabalhou na Arábia Saudita, Malásia e Sudão, e tem diversos trabalhos nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
O Paris Saint-Germain venceu o Aston Villa e conquistou o bicampeonato consecutivo da Supercopa da UEFA. A nova taça colocou o clube francês ao lado de seis clubes no ranking de títulos, em 6º lugar.
Chelsea, Bayern de Munique, Valencia, Juventus, Ajax e Anderlecht são os outros bicampeões da Supercopa. O PSG deixou 14 donos de um título para trás, inclusive o Aston Villa, campeão em 1982 e vice em 2026.
O hexacampeão Real Madrid é o maior vencedor da Supercopa, logo à frente dos pentacampeões Barcelona e Milan. O Liverpool aparece em 4º lugar, com quatro títulos, e o Atlético de Madrid (3) fecha o top 5.
1) Real Madrid: 6 (2002, 2014, 2016, 2017, 2022 e 2024)
2) Barcelona: 5 (1992, 1997, 2009, 2011 e 2015)
Milan: 5 (1989, 1990, 1994, 2003 e 2007)
4) Liverpool: 4 (1977, 2001, 2005 e 2019)
5) Atlético de Madrid: 3 (2010, 2012 e 2018)
6) PSG: 2 (2025 e 2026)
Chelsea: 2 (1998 e 2021)
Bayern de Munique: 2 (2013 e 2020)
Valencia: 2 (1980 e 2004)
Juventus: 2 (1984 e 1996)
Ajax: 2 (1973 e 1995)
Anderlecht: 2 (1976 e 1978)
13) Manchester City: 1 (2023)
Zenit: 1 (2008)
Sevilla: 1 (2006)
Galatasaray: 1 (2000)
Lazio: 1 (1999)
Parma: 1 (1993)
Manchester United: 1 (1991)
KV Mechelen: 1 (1988)
Porto: 1 (1987)
FCSB: 1 (1986)
Aberdeen: 1 (1983)
Aston Villa: 1 (1982)
Nottingham Forest: 1 (1979)
Dínamo de Kiev: 1 (1975)
O hexacampeão Real Madrid é o maior vencedor da Supercopa, logo à frente dos pentacampeões Barcelona e Milan. O Liverpool aparece em 4º lugar, com quatro títulos, e o Atlético de Madrid (3) fecha o top 5.
Estádio do Morumbi no jogo de maior público da história do futebol paulista em todos os tempos
Já se foi o tempo dos jogos com mais de 100 mil torcedores eem uma partida. Hoje nenhum estádio brasileiro tem capacidade para receber mais de 80 mil aficcionados.
Veja abaixo os maiores públicos da história do campeonato paulista de futebol.
1) CORINTHIANS 1 X 2 PONTE PRETA , 146.082 , 09/10/1977 (138.032 PAGS.) .
2) PALMEIRAS 2 X 0 SANTOS , 127.423 , 15/10/1978 (123.318 PAGS.) .
3) SÃO PAULO 1 X 0 SANTOS , 122.535 , 16/11/1980 (122.209 PAGS.) .
4) CORINTHIANS 0 X 1 PALMEIRAS , 120.902 , 22/12/1974 (120.522 PAGS.) .
5) CORINTHIANS 1 X 1 SANTOS , 120.782, 20/03/1977 (116.881 PAGS.) .
6) CORINTHIANS 1 X 0 SANTOS , 120.000 , 26/12/1978 .
7) CORINTHIANS 4 X 0 SANTOS , 119.965, 29/05/1977 (117.676 PAGS.) .
8) SÃO PAULO 3 X 2 CORINTHIANS , 119.858, 05/12/1982 (117.061 PAGS.).
9) SÃO PAULO 1 X 0 PALMEIRAS , 119.113 , 17/06/1979 (112.016 PAGS.).
10) SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS , 118.858 , 30/08/1987 (109.464 PAGS.) .
11) CORINTHIANS 1 X 1 SANTOS , 117.628, 20/08/1978 (111.103 PAGS.) .
12) PORTUGUESA 0 X 0 SANTOS , 116.568 , 26/08/1973 (116.156 PAGS.)
13) SÃO PAULO 1 X 0 PALMEIRAS , 115.435 , 27/06/1971 (103.887 PAGS.)
14) SÃO PAULO 1 X 1 SANTOS , 115.155 , 24/06/1979 (107.485 PAGS.)
15) SÃO PAULO 0 X 0 PALMEIRAS , 114.000 , 20/12/1992 (110.887 PAGS.).
16) SÃO PAULO 0 X 0 PALMEIRAS , 112.031 , 01/12/1991 (110.915 PAGS.) .
17) CORINTHIANS 0 X 1 SANTOS , 111.345, 02/12/1984 (101.587 PAGS.) .
18) SÃO PAULO 1 X 2 CORINTHIANS , 110.066, 02/10/1977 (105.435 PAGS.) .
19) CORINTHIANS 2 X 1 SANTOS , 108.991, 11/02/1979 (103.494 PAGS.) .
20) CORINTHIANS 1 X 0 SANTOS , 106.677 , 10/06/1979 (100.269 PAGS.).
21) SÃO PAULO 2 X 1 PORTUGUESA , 106.315 , 22/12/1985 (99.025 PAGS.) .
22) SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS , 106.142 , 15/12/1991 .
23) CORINTHIANS 0 X 4 PALMEIRAS , 104.401 , 12/06/1993 (99.929 PAGANTES).
24) PALMEIRAS 0 X 0 INTERNACIONAL, 104.135 , 31/08/1986 .
25) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 102.939 , 31/08/1977 (98.059 PAGS.).
26) SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS , 102.821 , 08/12/1991 .
27) CORINTHIANS 0 X 2 PALMEIRAS , 102.167 , 16/04/1989 .
28) CORINTHIANS 1 X 0 PONTE PRETA , 101.076 , 03/02/1980 (96.441 PAGS.).
29) CORINTHIANS 0 X 0 PALMEIRAS , 99.967 , 18/02/1979 (94.852 PAGS.).
30) CORINTHIANS 2 X 0 PONTE PRETA , 99.419 , 10/02/1980 (90.578 PAGS).
31) CORINTHIANS 0 X 0 GUARANI , 98.197, 14/06/1979 (92.454 PAGS.) .
32) SÃO PAULO 0 X 0 SÃO JOSÉ , 98.034 , 02/07/1989 (97.965 PAGANTES) .
33) CORINTHIANS 3 X 0 PALMEIRAS , 97.927, 12/11/1978 (94.872 PAGS.) .
34) CORINTHIANS 0 X 0 PALMEIRAS , 97.321 , 08/05/1977 (91.795 PAGS).
35) SÃO PAULO 0 X 0 PALMEIRAS , 97.210 , 14/03/1993 (96.340 PAGS.) .
36) SÃO PAULO 1 X 3 SANTOS , 97.191 , 01/10/1978 (91.962 PAGS.) .
37) CORINTHIANS 0 X 2 PALMEIRAS , 97.179, 20/05/1979 (91.193 PAGS.).
38) SÃO PAULO 3 X 3 CORINTHIANS , 96.532 , 09/08/1987 .
39) CORINTHIANS 1 X 1 PALMEIRAS , 95.871, 04/12/1983 (91.461 PAGS.).
40) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 95.784 , 08/12/1983 .
41) CORINTHIANS 0 X 1 PALMEIRAS , 95.759 , 24/08/1986 .
42) SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS , 95.493 , 26/08/1987 .
43) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 93.736 , 06/06/1993 .
44) CORINTHIANS 1 X 0 PONTE PRETA , 93.573 , 13/10/1977 (86.677 PAGS).
45) CORINTHIANS 0 X 3 PALMEIRAS , 92.982 , 27/08/1986 .
46) PALMEIRAS 1 X 1 SANTOS , 92.443 , 06/05/1973 (92.134 PAGANTES).
47) PALMEIRAS 1 X 1 SANTOS , 91.697 , 05/08/1984 (85.556 PAGS.) .
48) SÃO PAULO 4 X 2 PALMEIRAS, 91.257 , 05/12/1992 (90.688 PAGS.)
49) CORINTHIANS 3 X 0 PALMEIRAS , 90.357, 02/05/1993 (89.326 PAGS.) .
50) SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS , 90.182, 14/12/1983 (88.085 PAGS.).
51) CORINTHIANS 1 X 1 PALMEIRAS , 90.000 , 27/01/1980 (87.185 PAGS.) .
52) SÃO PAULO 3 X 1 PALMEIRAS , 89.531 , 23/08/1987 .
53) SÃO PAULO 1 X 2 SANTOS , 88.316, 20/06/1979 (81.788 PAGS.) .
54) SÃO PAULO 3 X 1 PALMEIRAS , 88.235, 15/05/1977 (85.754 PAGS.) .
55) SÃO PAULO 3 X 1 PORTUGUESA , 87.602 , 15/12/1985 .
56) CORINTHIANS 3 X 2 GUARANI , 87.544, 19/11/1978 (83.419 PAGS.) .
57) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 87.212 , 30/01/1980 .
58) SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS , 86.538 , 23/05/1993 .
59) CORINTHIANS 0 X 0 SANTOS , 86.300 , 31/07/1983 (80.731 PAGS.) .
60) CORINTHIANS 0 X 0 PONTE PRETA, 85.415, 10/02/1980 (77.219 PAGANTES)
61) SÃO PAULO 0 X 0 SANTOS , 85.355 , 15/05/1971 (75.549 PAGS.) .
62) SÃO PAULO 2 X 1 PONTE PRETA , 84.786, 09/11/1980 (84.553 PAGS.) .
63) CORINTHIANS 2 X 2 SANTOS , 84.009 , 27/09/1981 (83.774 PAGS.) .
64) SÃO PAULO 0 X 1 CORINTHIANS, 83.588, 11/12/1983 (79.684 PAGS.)
65) CORINTHIANS 2 X 4 PALMEIRAS , 80.933, 24/07/1977 (79.644 PAGS.) .
66) CORINTHIANS 2 X 2 SANTOS, 80.656 , 04/09/1977 (77.273 PAGS.) .
67) SÃO PAULO 2 X 0 SANTOS , 80.488 , 28/06/1979 (74.535 PAGS.) .
68) SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS, 80.239, 10/07/1988 (79.821 PAGS.) .
69) SÃO PAULO 3 X 1 CORINTHIANS , 80.000 , 10/05/1998 .
Em uma Copa do Mundo repleta de feitos históricos, a disputa pelo 3º lugar trouxe uma dezena deles. O incrível 6 a 4 da Inglaterra sobre a França neste sábado (18) quebrou uma série de marcas individuais e coletivas do torneio.
Esta foi a partida com mais gols na Copa do Mundo desde 1982. Naquela edição, a Hungria atropelou El Salvador por 10 a 1 — até hoje a maior goleada da história.
França 4×6 Inglaterra é apenas o sexto jogo com 10 ou mais gols na Copa. Os franceses haviam participado do penúltimo registro, em 1958, quando golearam o Paraguai por 7 a 3. O recorde continua com Áustria 7×5 Suíça, em 1954.
Uma partida no Mundial não tinha as duas seleções marcando ao menos quatro vezes desde União Soviética 4×4 Colômbia, em 1962.
Nas disputas pelo 3º lugar, nada supera o duelo deste sábado em número de gols. A marca pertencia a outro duelo com a França, que goleou a Alemanha por 6 a 3 em 1958 e conquistou o bronze.
Mas os Bleus não vivem só de feitos positivos. Esta foi a primeira vez que a seleção francesa sofreu seis gols em um jogo por um grande torneio (Copa do Mundo ou Eurocopa).
Ao considerar amistosos, o vexame não ocorria desde 1960, quando apanhou de 6 a 2 da Suíça em um amistoso.
A França levou ao menos seis gols em outras 11 ocasiões. Nove também ocorreram em amistosos, e duas nos Jogos Olímpicos — 17 a 1 para a Dinamarca em 1908 e 7 a 0 para a Hungria em 1960.
De todas as marcas, nenhuma supera a de Kylian Mbappé em importância. O atacante da França fez dois gols e se tornou o maior artilheiro da história da Copa do Mundo, com 22. Ele tem um de vantagem sobre Lionel Messi, que disputa a final com a Argentina neste domingo (19).
De quebra, Mbappé se isolou na artilharia desta Copa, com 10 gols. Ele é o primeiro a atingir dois dígitos em uma edição desde o alemão Gerd Müller em 1970. Só outros dois jogadores chegaram lá: Just Fontaine (França) em 1958 — 13 gols — e Sándor Kocsis (Hungria) em 1954 — 11.
Já Michael Olise deu duas assistências contra a Inglaterra, chegou a sete nesta Copa e virou o maior garçom de uma edição nos últimos 68 anos. Ele só fica atrás do compatriota Raymond Kopa (1958) e do alemão Fritz Walter (1954), ambos com oito passes para gol, segundo o perfil MisterChip.
O craque do jogo, porém, foi Bukayo Saka. O atacante da Inglaterra se tornou apenas o segundo jogador a anotar um hat-trick contra a França na Copa do Mundo. O outro? Pelé, na semifinal de 1958 (Brasil 5×2).
• Jogo com mais gols desde 1982
• 1º jogo com 4+ gols das duas seleções desde 1962
• Disputa pelo 3º lugar com mais gols
• 1ª vez que a França sofreu 6 gols
• Mbappé na artilharia de todos os tempos (22 gols)
• 1º jogador com 10 gols no torneio desde 1970 (Mbappé)
• Maior garçom no torneio desde 1958 (Olise)
• 1º hat-trick contra a França desde 1958 (Saka)
• 1º hat-trick de um inglês no mata-mata desde 1966 (Saka)
• Maior artilheiro da Inglaterra em uma edição (Bellingham, 7 gols
Antes mesmo da disputa das semifinais, a Copa do Mundo assegurou mais um feito histórico: o torneio voltará a ser disputado nessa fase por quatro seleções que já conquistaram a taça anteriormente. Com a eliminação da Suíça para a Argentina nas quartas de final, apenas campeões mundiais seguem vivos na disputa pelo título, algo que não acontecia desde a Copa de 90, na Itália. À época, Alemanha, Argentina, Inglaterra e a anfitriã Itália chegaram entre as quatro melhores do torneio, onde os alemães levantaram o troféu. Desde então, todas as edições tiveram ao menos uma equipe sem título mundial entre os semifinalistas. Esta, inclusive, será apenas a terceira vez que as semifinais reúnem exclusivamente campeões do mundo. O cenário também ocorreu em 1970, com Brasil, Itália, Alemanha Ocidental e Uruguai, quando a seleção brasileira conquistou o tri. Os confrontos das semifinais colocam frente a frente França e Espanha, enquanto Argentina e Inglaterra disputam a outra vaga na decisão. As partidas serão realizadas nos dias 14 e 15 de julho, respectivamente, e você acompanha tudo por aqui no tempo real de oGol.
Texto retirado de ogol.com.br
https://www.ogol.com.br/noticias/copa-do-mundo-volta-a-ter-quatro-campeoes-mundiais-nas-semis-apos-quase-40-anos/1156236
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