texto exibido no site flashscore.com
O elenco brasileiro que encantou o mundo em 1970 tinha média de 24,5 anos no dia da abertura da Copa do Mundo do México. A evolução da preparação física, da medicina esportiva e dos métodos de recuperação foi gigantesca nos últimos 55 anos. Ao mesmo tempo, a juventude também encontra espaço cada vez mais cedo no futebol de alto rendimento.
Se, de um lado, o Brasil terá à disposição os jovens Endrick e Rayan, que estão entre os 20 jogadores mais novos da Copa de 2026 com 19,9 anos — são 1.248 atletas no total —, de outro a Seleção comandada por Carlo Ancelotti é a mais velha que o país já levou para um Mundial desde 1930. Com média de 29,2 anos, o grupo atual é quase cinco anos mais velho do que o dos tricampeões do mundo.
No recorte da Copa que começa em 11 de junho, no estádio Azteca, na Cidade do México, a primeira da história com 48 seleções, o Brasil também aparece entre os times mais experientes do torneio. Entre os campeões mundiais, só tem média de idade inferior à da Argentina. No ranking geral, ocupa a sexta colocação. O Panamá, com média de 30,4 anos, lidera a lista das equipes mais velhas
No recorte da Copa que começa em 11 de junho, no estádio Azteca, na Cidade do México, a primeira da história com 48 seleções, o Brasil também aparece entre os times mais experientes do torneio. Entre os campeões mundiais, só tem média de idade inferior à da Argentina. No ranking geral, ocupa a sexta colocação. O Panamá, com média de 30,4 anos, lidera a lista das equipes mais velhas
No recorte da Copa que começa em 11 de junho, no estádio Azteca, na Cidade do México, a primeira da história com 48 seleções, o Brasil também aparece entre os times mais experientes do torneio. Entre os campeões mundiais, só tem média de idade inferior à da Argentina. No ranking geral, ocupa a sexta colocação. O Panamá, com média de 30,4 anos, lidera a lista das equipes mais velhas
Mas o que antes parecia um feito isolado tornou-se cada vez mais comum. Em 2014, o marfinense Didier Drogba entrou para o grupo dos veteranos goleadores ao marcar aos 36 anos. Em 2018, o australiano Tim Cahill balançou as redes aos 38. Já na Copa de 2022, dois novos nomes passaram a integrar a lista histórica: o canadense Atiba Hutchinson, aos 39 anos, e o português Cristiano Ronaldo, que marcou contra Gana aos 37 e se tornou o primeiro jogador a fazer gols em cinco Copas diferentes.
O craque português pode ampliar sua própria marca em 2026. Com 41 anos e 35 dias na abertura do torneio, ele será o segundo jogador mais velho da competição. Ainda assim, não conseguirá alcançar Roger Milla na lista dos artilheiros mais veteranos da história dos Mundiais.
A tendência não aparece apenas entre os goleadores. Entre os dez jogadores mais velhos a entrar em campo em Copas do Mundo, sete participaram de edições realizadas a partir de 2010. O recorde pertence ao goleiro egípcio, que atuou na Copa da Rússia, em 2018, com 45 anos e 161 dias. Na ocasião, ele ainda defendeu um pênalti diante da Arábia Saudita. Antes dele, o colombiano Faryd Mondragón havia se tornado o primeiro atleta da história a disputar um Mundial depois dos 43 anos.
Se Roger Milla parecia uma raridade em 1994, o futebol moderno mostra que envelhecer deixou de ser, necessariamente, um obstáculo para permanecer no maior palco do esporte. Na Copa da América do Norte, além dos goleiros veteranos, nomes como Lionel Messi, Luka Modric e Cristiano Ronaldo liderarão suas seleções já próximos ou acima dos 40 anos.
Os dados etários dos jogadores convocados para a Copa também mostram que a distância entre os mais novos e os mais experientes vem aumentando de forma consistente. Os adolescentes estão ganhando a confiança dos treinadores cada vez mais cedo.
Na Copa de 2002, disputada na Coreia do Sul e no Japão e vencida pelo Brasil, havia apenas três jogadores com menos de 19 anos: os nigerianos Femi Opabunmi e Bartholomew Ogbeche, além do russo Dmitriy Sychev. O atacante russo, inclusive, entrou para a lista dos jogadores mais jovens a marcar um gol em Mundiais.
Oito anos antes, no tetra conquistado pelo Brasil nos Estados Unidos, havia apenas um atleta com menos de 19 anos entre os convocados das 24 seleções participantes: o zagueiro camaronês Rigobert Song.
A ampliação da Copa para 48 seleções ajuda a explicar parte desse fenômeno, mas não é a única razão. O futebol moderno produz talentos em velocidade cada vez maior, enquanto os avanços físicos e tecnológicos permitem que jogadores experientes prolonguem suas carreiras por mais tempo.
O resultado é uma Copa de extremos. De um lado, adolescentes que ainda não completaram 18 anos. Do outro, veteranos que ultrapassaram os 40. Entre o mexicano Gilberto Mora e o goleiro escocês Craig Gordon, o jogador mais velho do torneio, há mais de 25 anos de diferença. Em um Mundial que terá o Brasil mais experiente de sua história, a principal marca da edição de 2026 talvez seja justamente essa: nunca houve tanto espaço para jogadores de gerações tão distantes compartilharem o mesmo palco.
O Brasil chega à Copa do Mundo de 2026 como a seleção com mais jogos disputados na história da competição, mas a Alemanha espreita a liderança caso a Canarinha sofra um revés precoce.
O Brasil continua sendo a seleção com maior prestígio no cenário mundial, eternizada pelo seu estilo “Joga Bonito” e por ter brilhado com nomes como o lendário Rei Pelé, Ronaldinho, Ronaldo Fenômeno e Neymar, entre tantos outros.
A hegemonia da Seleção se reflete nos cinco Mundiais conquistados, um patamar que faz dos brasileiros os recordistas do torneio, embora este não seja o único marco histórico que ostentam.
Até hoje, o Brasil é o time que mais partidas disputou na história da Copa, com um total de 114 jogos. Um registo natural para quem já ergueu o troféu cinco vezes e escreveu longas histórias em caminhadas anteriores. Porém, a Alemanha aparece logo atrás, a meras duas partidas de distância.
A “Die Mannschaft” contabiliza 112 confrontos oficiais em Mundiais, somando os registos da Alemanha Ocidental e da atual seleção, sua sucessora natural — um cenário esperado para a segunda nação mais vitoriosa do mundo, com quatro títulos, assim como a Itália.
O elenco liderado por Julian Nagelsmann poderá superar o Brasil caso os brasileiros sejam eliminados no mata-mata e os alemães consigam manter uma campanha longa neste Mundial, partindo do pressuposto de que ambas superem a fase de grupos sem sustos.
Quem parece ter o seu lugar blindado na hierarquia é a Argentina, que ocupa o 3º posto com um total de 88 jogos oficiais, cinco acima da Itália, que vai ficar fora do Mundial pela 3ª edição consecutiva.
Surpreendentemente, a Azzurra ainda segura a 4ª posição desta lista com 83 partidas, resistindo a uma trajetória recente desastrosa. Desde que se sagraram campeões em 2006, os italianos somaram eliminações consecutivas na fase de grupos em 2010 e 2014 e não voltaram a se classificar para o torneio desde então, totalizando três ausências seguidas se incluirmos a de 2026.
Apesar do hiato, os italianos não correm o risco de perder o 4º lugar, uma vez que a concorrente mais direta é a Inglaterra, que acumula 74 jogos em Mundiais. Mesmo que os ingleses cheguem à final, somariam oito partidas e atingiriam os 82 jogos, ficando ainda assim a um degrau dos tetracampeões.
Já a França poderá entrar no top 5 da tabela, a apenas um jogo de distância da Inglaterra, com um total de 73 confrontos na Copa. Contudo, tal como a equipe de Gareth Southgate, Les Bleus não conseguirão ultrapassar a Itália, mesmo que marquem presença na final de 19 de julho, no MetLife Stadium
Brasil – 114 jogos
Alemanha – 112 jogos
Argentina – 88 jogos
Itália* – 83 jogos
Inglaterra – 74 jogos
França – 73 jogos
*Não se classificou para o Mundial de 2026
texto do portal ogol.com
Em um anúncio para lá de inesperado, um príncipe saudita afirmou que irá investir na SAF do Inter de Limeira. Abdullah bin Saad bin Abdulaziz Al Saud adquiriu a SAF do clube do interior do paulista, que está atualmente na terceira divisão do futebol brasileiro, em parceria com os ex-jogadores Ronaldo e Roberto Carlos, estrelas do penta da seleção brasileira.
“Minha primeira experiência em investir em clubes esportivos foi a aquisição do clube brasileiro Inter de Limeira em parceria com Ronaldo e Roberto Carlos”, comunicou o príncipe saudita nesta segunda-feira, 25, nas suas redes sociais.
A aquisição veio acompanhada de um card afirmando: “SAF forte. Inter gigante. Grandes nomes do esporte e pessoas super competetentes se unindo em prol de um novo futuro para a Inter de Limeira. Uma SAF forte, com visão, história e potencial para recolocar a Internacional no lugar que merece. Torcendo para que esse projeto se concretize e seja um grande marco para o clube e para toda a cidade”.
Oficialmente, a Inter de Limeira ainda não se posicionou sobre a venda da SAF e nem mesmo sobre o anúncio do príncipe saudita. No entanto, o que se sabe é que o investidor árabe faz partedo grupo que deve adquirir a SAF, junto com Ronaldo, Roberto Carlos e o empresário Enrico Ambrogini.
Há quase 2 meses, o empresário Enrico Ambrogini publicou em suas redes sociais que o grupo havia apresentado oficialmente ao Conselho Deliberativo da Inter de Limeira, uma proposta para assumir a gestão do clube. Na ocasião, ele esteve acompanhado de Ronaldo.
“O sonho se tornando realidade! Dia 31/03/26 é a apresentação e votação da minha proposta para ser investidor da Inter de Limeira, em SP, cidade dos meus avós. E eu não tô sozinho nessa.”, escreveu Ambrogini.
Após aprovação do Conselho Deliberativo, o clube assinou o Memorando de Entendimentos (MoU) com o grupo de investidores e iniciou a fase de due diligence (auditoria interna) e a contratação de consultorias para o valuation (avaliação do valor de mercado) dos ativos. Assim, restam ainda trâmites finais de análise jurídica e da aprovação final em Assembleia Geral.
No último sábado (23), um áudio vazado do lateral Roberto Carlos aumentou as especulações, inclusive mostrando o interesse do grupo formado por eles de assumir a gestão de mais clubes.
“Ronaldo me chamou para ser sócio dele no clube. Então a gente vai começar agora a investir na Inter. Depois vamos para outros clubes também. Deixa eu só oficializar tudo isso com o Ronaldo, com o Abdullah, que é meu sócio. E sair tudo direitinho, organizar tudo direitinho, depois a gente faz uma coletiva de imprensa bem legal e bem profissional’, diz Roberto Carlos no áudio.
Apesar do anúncio do príncipe saudita e do empresário paulista, detalhes da negociação não foram revelados, como o valor para aquisição da SAF, porcentagens ou a expectativa de investimento no futebol do clube.
O príncipe Abdullah bin Saad bin Abdulaziz Al Saud pertence à dinastia Al Saud, a família real que governa a Arábia Saudita, sendo neto do rei herdeiro e integrante de uma nova geração de investidores da realeza que buscam diversificar ativos no esporte global. Ele também é investidor e membro honorário do Al Hilal.
Abdullah bin Saad bin Abdulaziz Al Saud já era conhecido por promover torneios particulares e eventos envolvendo ex-jogadores renomados ao redor do mundo. O ex-lateral Roberto Carlos é considerado seu amigo próximo, com diversos encontros entre os dois sendo registrados em redes sociais.
Apesar disso, Abdullah bin Saad bin Abdulaziz Al Saud não deve ser a figura central da SAF da Inter de Limeira, sendo um investidor. O CEO será o empresário Enrico Ambrogini, que possui especialização em Gestão Esportiva com Foco na Indústria do Futebol pela Universidade de Londres, além de Master pela Federação Paulista de Futebol (FPF). Ele já foi atuou como gerente da Inter de Limeira entre 2019 e 2021 e foi CEO da SAF do Figueirense.
De volta à Série A
A Inter de Limeira já foi um dos clubes mais tradicionais do interior paulista e figurou na primeira divisão do futebol brasileiro oito vezes, entre 1979 e 2000. A melhor campanha aconteceu em 1986, quando a equipe chegou até as oitavas de final e acabou eliminada para o São Paulo no agregado de 4 a 2.
As décadas seguintes foram com dificuldades para Inter de Limeira, que ficou sem divisão nacional e ainda caiu a divisões inferiores no futebol paulista. O retorno à Série D aconteceu em 2021 e seguiu até 2025, quando a equipe chegou até a semifinal e acabou garantindo o acesso para a terceira divisão.
Assim, depois de 23 anos, a Inter de Limeira chegou até a Série C do futebol brasileiro. Até agora foram disputadas oito rodadas e a equipe do interior paulista tem sido competitiva, com 12 pontos conquistados e na nona posição pelo saldo de gols. Os oito primeiros colocados avançam para a segunda fase. Dá para sonhar com a Segundona em 2027.
texto publicado pelo canal ge.globo
Convocado para a disputa da Copa do Mundo de 2026, o meia-atacante Neymar entrou nesta segunda-feira para uma seleta lista da seleção brasileira. O craque do Peixe passa a integrar a galeria de jogadores com quatro Copas do Mundo (2014, 2018, 2022 e 2026).
Ele se junta ao grupo formado por:
Destes, apenas Neymar e Thiago Silva não foram campeões.
A edição deste ano é, possivelmente, a última oportunidade para que o maior artilheiro da história da Seleção levante a taça.
Entre as três edições que Neymar participou, a Seleção chegou mais longe em 2014, mas sem o craque em campo na histórica goleada por 7 a 1 sofrida contra a Alemanha, na semifinal.
Nas Copas seguintes, o Brasil caiu nas quartas de final. Primeiro, para a Bélgica em 2018. Depois, para a Croácia, em 2022.
Neymar tem 12 jogos disputados em Copas do Mundo. São oito gols marcados e três assistências.
texto original site ge.globo
Antes de mais uma convocação da Seleção, você sabe qual clube cedeu mais jogadores para o Brasil na história das Copas do Mundo?
O Botafogo lidera o ranking de times com mais atletas convocados, seguido de perto pelo São Paulo (confira abaixo a lista completa).
O topo da lista é dominado por clubes brasileiros, mas os estrangeiros vêm ganhando espaço nos últimos anos – o Real Madrid, único presente no top-10, é o principal deles.
O Botafogo mantém a dianteira do ranking mesmo não tendo representantes nas duas Copas passadas. O último foi o goleiro Jefferson, em 2014. Nesta segunda, há a expectativa pela convocação do meio-campista Danilo. Confira a lista dos clubes com mais jogadores.
Botafogo (47)
Benedicto, Carvalho Leite (2x), Nilo, Pamplona, Octacilio, Pedroza, Waldir, Ariel, Attila, Canalli, Germano, Martim Silveira (2x), Nariz, Patesko, Perácio, Zezé Procópio, Nilton Santos (4x), Didi (2x), Garrincha (2x), Amarildo, Zagallo, Gerson, Jairzinho (3x), Manga, Rildo, Paulo Cézar Caju, Roberto Miranda, Dirceu, Marinho Chagas, Gil, Rodrigues Neto, Paulo Sérgio, Alemão, Josimar, Mauro Galvão, Bebeto, Gonçalves e Jefferson.
São Paulo (46)
Armandinho, Luisinho, Sylvio Hoffman, Waldemar de Brito, Bauer (2x), Friaca, Noronha, Ruy, Maurinho, Mauro Oliveira (2x), Alfredo, De Sordi, Dino Sani, Bellini (2x), Jurandir, Paraná, Gerson, Mirandinha, Waldir Peres (3x), Chicão, Zé Sergio, Oscar (2x), Renato, Serginho, Careca, Falcão, Müller (2x), Silas, Ricardo Rocha, Cafu, Leonardo, Zetti, Denílson, Zé Carlos, Belletti, Kaká, Rogério Ceni (2x) e Mineiro.
Flamengo (35)
Araken, Moderato, Domingos da Guia, Leônidas da Silva, Walter, Bigode, Juvenal, Rubens, Dequinha, Índio, Dida, Joel, Moacir, Zagallo, Paulo Henrique, Silva, Brito, Paulo Cézar Caju, Renato, Toninho, Zico (3x), Júnior, Leandro, Sócrates, Renato Gaúcho, Zé Carlos, Gilmar Rinaldi, Júnior Baiano, Zé Roberto, Juninho Paulista, Kléberson, Everton Ribeiro e Pedro.
Vasco (35)
Brilhante, Fausto, Itália, Russinho, Leônidas da Silva, Tinoco, Niginho, Jaú, Augusto, Barbosa, Chico, Danilo Alvim, Ely (2x), Maneca, Ademir Menezes, Alfredo, Paulinho, Pinga, Bellini, Orlando, Vavá, Brito, Abel, Dirceu, Roberto Dinamite (2x), Pedrinho, Acácio, Bebeto, Bismarck, Mazinho, Tita, Ricardo Rocha e Carlos Germano.
Fluminense (32)
Fernando, Fortes, Ivan Mariz, Preguinho, Velloso, Tim, Batatais, Hércules, Machado, Romeu, Castilho (4x), Rodrigues, Didi, Pinheiro, Veludo, Altair (2x), Castilho, Jair Marinho, Denilson, Félix, Marco Antônio (2x), Edinho (2x), Rivelino, Branco (2x), Paulo Vitor e Fred.
Palmeiras (25)
Luizinho, Jair Rosa Pinto, Humberto Tozzi, Rodrigues, Mazzola, Djalma Santos (2x), Vavá, Zequinha, Baldocchi, Leão (4x), Ademir da Guia, Alfredo Mostarda, César, Leivinha, Luis Pereira, Jorge Mendonça, Mazinho, Zinho, Marcos e Weverton.
Santos (24)
Pelé (4x), Pepe (2x), Zito (3x), Coutinho, Gilmar (2x), Mauro Oliveira, Mengálvio, Edu (3x), Lima, Orlando, Carlos Alberto Torres, Clodoaldo, Joel Camargo, Marinho Peres e Robinho.
Corinthians (23)
Brandão, Lopes, Baltazar (2x), Cabeção, Gilmar, Oreco, Garrincha, Rivelino (2x), Ado, Zé Maria, Sócrates, Carlos, Casagrande, Edson Boaro, Viola, Dida, Ricardinho (2x), Vampeta, Cássio e Fagner.
Real Madrid (13)
Roberto Carlos (3x), Cicinho, Robinho, Ronaldo, Kaká, Marcelo (2x); Casemiro, Éder Militão, Rodrygo e Vini Jr.
Atlético-MG (12)
Dadá Maravilha, Toninho Cerezo (2x), Reinaldo, Éder, Luizinho, Edivaldo, Elzo, Taffarel, Gilberto Silva, Jô e Victor.
Cruzeiro (11)
Tostão (2x), Fontana, Wilson Piazza (2x), Nelinho (2x), Ronaldo, Dida, Edílson e Gilberto.
Curiosidades das Copas. Texto do www.flashscore.com.br
Dos 13 gols em uma única edição de Just Fontaine em 1958 aos cinco gols de Oleg Salenko em um só jogo em 1994: a história da Copa do Mundo está cheia de recordes a serem superados.
Na Copa do Mundo de 2026, o argentino Lionel Messi, o português Cristiano Ronaldo e o mexicano Guillermo Ochoa podem quebrar o recorde de mais participações.
Dos 13 gols em uma única edição de Just Fontaine em 1958 aos cinco gols de Oleg Salenko em um só jogo em 1994: a história da Copa do Mundo está cheia de recordes a serem superados.
Na Copa do Mundo de 2026, o argentino Lionel Messi, o português Cristiano Ronaldo e o mexicano Guillermo Ochoa podem quebrar o recorde de mais participações.
Um jogo, 12 gols
A partida com mais gols na história da Copa do Mundo foi nas quartas de final em 1954, quando a Áustria venceu a Suíça por 7 a 5, com hat-tricks de Theodor “Turl” Wagner para os austríacos e Josef Hügi para os suíços. Esse jogo também ficou marcado por uma grande virada, já que a Suíça vencia por 3 a 0 aos 19 minutos.
Nas oitavas de final de 1938, houve um jogo com 11 gols, quando o Brasil venceu a Polônia por 6 a 5 (após prorrogação) em Estrasburgo. O genial Leônidas marcou três gols nessa partida, mas foi superado por Ernest Willimowski, que fez quatro para os poloneses.
Nove gols de diferença
As três maiores goleadas terminaram com nove gols de diferença, e a Hungria conseguiu duas delas. Venceu a Coreia do Sul por 9 a 0 em 1954, com um hat-trick de Sandor Kocsis, e por 10 a 1 contra El Salvador em 1982. A Iugoslávia também aplicou um 9 a 0, sobre o Zaire em 1974, com três gols de Dusan Bajevic.
Pelé, coroado três vezes
O jogador com mais títulos de Copa do Mundo é o brasileiro Pelé, tricampeão mundial (1958, 1962 e 1970).
O rei Leo
Após os sete jogos que levaram a Argentina a conquistar sua 3ª estrela, Lionel Messi se tornou o jogador com mais partidas disputadas em fases finais de Copa do Mundo, com 26 jogos, número que pode aumentar na próxima edição.
Messi superou dois alemães: Lothar Matthäus, com 25 jogos entre 1982 e 1998, em cinco Copas, e Miroslav Klose (24 entre 2002 e 2014). Com 22 jogos de Copa no currículo, Cristiano Ronaldo também pode subir nesse ranking se Portugal for bem na América do Norte.
Messi, Ronaldo e Ochoa, no 6º Mundial
Se nada de inesperado acontecer, Messi, Cristiano Ronaldo e Guillermo Ochoa vão se tornar, em Estados Unidos, México e Canadá, os únicos jogadores a disputar seis Copas do Mundo, todas desde a Alemanha 2006.
Assim, vão deixar para trás o alemão Matthaüs (1982, 1986, 1990, 1994, 1998), o italiano Gianluigi Buffon (1998, 2002, 2006, 2010 e 2014), e os mexicanos Antonio Carbajal (1950, 1954, 1958, 1962 e 1966) e Rafa Márquez (1998, 2002, 2006, 2010 e 2014).
Deschamps igualou Zagallo e Beckenbauer
O francês Didier Deschamps foi campeão do mundo como jogador (1998) e como técnico (2018), após o título dos Bleus há oito anos na Rússia.
Antes dele, só dois haviam conseguido esse feito: o brasileiro Zagallo (1958 e 1962 como jogador, e depois em 1970 como técnico) e o alemão Franz Beckenbauer (1974 como jogador e depois em 1990 como técnico). Zagallo ainda foi auxiliar técnico no título brasileiro de 1994.
Klose e Fontaine, no Olimpo dos artilheiros
O alemão Miroslav Klose é o maior artilheiro da história das Copas, com 16 gols em quatro edições. Em uma única edição, é difícil superar o francês Just Fontaine, que marcou 13 gols na Suécia-1958.
Os maiores artilheiros da história das Copas:
1. Miroslav Klose (Alemanha) 16 gols
2. Ronaldo (Brasil) 15 gols
3. Gerd Müller (RFA) 14 gols
4. Just Fontaine (França) 13 gols
Lionel Messi (Argentina) 13 gols
6. Pelé (Brasil) 12 gols
Kylian Mbappé (França) 12 gols
8. Jürgen Klinsmann (Alemanha) 11 gols
Sándor Kocsis (Hungria) 11 gols
10. Helmut Rahn (Alemanha) 10 gols
Grzegorz Lato (Polônia) 10 gols
Teófilo Cubillas (Peru) 10 gols
Gary Lineker (Inglaterra) 10 gols
Gabriel Batistuta (Argentina) 10 gols
Thomas Müller (Alemanha) 10 gols
A “manita” de Salenko
O russo Oleg Salenko impressionou o mundo ao marcar cinco gols na vitória de 6 a 1 sobre Camarões em 1994. Ele é o jogador que mais gols fez em uma partida de Copa do Mundo. Logo atrás dele, seis jogadores marcaram quatro gols em um jogo do torneio:
Ernest Willimowski (Polônia, 1938, derrota por 6 a 5 após prorrogação contra o Brasil)
Ademir (Brasil, 1950, 7 a 1 sobre a Suécia)
Sándor Kocsis (Hungria, 1954, 8 a 3 sobre a RFA na primeira fase)
Just Fontaine (França, 1958, 6 a 3 sobre a RFA)
Eusébio (Portugal, 1966, 5 a 3 sobre a Coreia do Norte)
Emilio Butragueño (Espanha, 1986, 5 a 1 sobre a Dinamarca)
Hakan Sukur, o mais rápido
O turco Hakan Sukur marcou, com apenas 10 segundos e 8 centésimos, o gol mais rápido da história das Copas, durante a disputa do terceiro lugar vencida pela seleção turca contra a Coreia do Sul (3×2) em 2002.
Whiteside, o mais jovem; El Hadari, o mais velho
O jogador mais jovem a disputar uma Copa do Mundo segue sendo o norte-irlandês Norman Whiteside, que tinha 17 anos e 41 dias contra a Iugoslávia (0 a 0), em 1982. O mais velho é o goleiro egípcio Essam El Hadari, que jogou com 45 anos e 161 dias contra a Arábia Saudita em 2018 (derrota dos Faraós por 2×1).
O jogador de linha mais velho continua sendo o camaronês Roger Milla, que tinha 42 anos e 39 dias contra a Rússia, quando marcou na derrota dos Leões Indomáveis por 6×1 em 1994.
Pepe, o artilheiro mais veterano
O jogador mais velho a marcar em uma fase final de Copa do Mundo é o português Pepe, que fez um gol contra a Suíça em 2022, com 39 anos e 283 dias. Seu compatriota Cristiano Ronaldo, Luka Modric ou Edin Dzeko esperam quebrar esse recorde na América do Norte.
Zero de Cristiano Ronaldo
Surpreendente: o ídolo Cristiano Ronaldo nunca marcou um gol em jogos de mata-mata em Copas do Mundo.
Goleadas em semifinais
Em 1930, na primeira edição da Copa, as duas semifinais terminaram com o mesmo placar: 6 a 1. O Uruguai atropelou a Iugoslávia e a Argentina venceu os Estados Unidos.
A maior goleada em semifinais do torneio aconteceu em 2014, quando a Alemanha venceu o Brasil por 7 a 1 no Mineirão, em Belo Horizonte.
Foto: Crédito: Rafael Ribeiro (CBF)
No dia 18 próximo, técnico vai anunciar a lista dos 26 que irão para Copa
O técnico Carlo Ancelotti enviou nesta segunda-feira (11) à FIFA a pré-lista com 55 jogadores que podem ser convocados pela Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. A relação, que será reduzida para 26 nomes no dia 18 de maio, mistura estrelas consolidadas, jovens em ascensão e uma forte presença de atletas que atuam no futebol brasileiro.
Neymar, do Santos, e Endrick, do Lyon, estão entre os atacantes pré-selecionados da Seleção Brasileira, assim como Vini Jr., Raphinha, Matheus Cunha e Rodrygo, que sofreu lesão grave recentemente e corre risco. O setor ofensivo também conta com Luiz Henrique (Zenit), Estêvão (Chelsea), Martinelli (Arsenal), João Pedro (Chelsea), Igor Thiago (Brentford) e Richarlison (Tottenham).
Goleiros (6):
Alisson (Liverpool-ING), Ederson (Fenerbahçe-TUR), Bento (Al-Nassr-SAU), Hugo Souza (Corinthians), John (Nottingham Forest-ING), Carlos Miguel (Palmeiras)
Zagueiros (11):
Marquinhos (PSG-FRA), Thiago Silva (Porto), Gabriel Magalhães (Arsenal-ING), Bremer (Juventus-ITA), Léo Pereira (Flamengo), Ibañez (Al-Ahli-SAU), Alexsandro (Lille-FRA), Fabrício Bruno (Cruzeiro), Beraldo (PSG-FRA), Vitor Reis (Girona-ESP), Murillo (Nottingham Forest-ING)
Laterais-direitos (4):
Wesley (Roma-ITA), Danilo (Flamengo), Paulo Henrique (Vasco) e Vitinho (Botafogo)
Laterais-esquerdos (6):
Alex Sandro (Flamengo), Douglas Santos (Zenit-RUS), Luciano Juba (Bahia), Caio Henrique (Monaco-FRA), Kaiki (Cruzeiro) eCarlos Augusto (Inter de Milão-ITA)
Meio-campistas (12):
Casemiro (Manchester United-ING), Bruno Guimarães (Newcastle-ING), Fabinho (Al-Ittihad-SAU), Andrey Santos (Chelsea-ING), Danilo (Botafogo), Lucas Paquetá (Flamengo), Gabriel Sara (Galatasaray-TUR), João Gomes (Wolverhampton-ING), Andreas Pereira (Palmeiras), Joelinton (Newcastle-ING), Gerson (Cruzeiro) e Matheus Pereira (Cruzeiro)
Atacantes (16):
Vini Jr. (Real Madrid-ESP), Raphinha (Barcelona-ESP), Matheus Cunha (Manchester United-ING), Luiz Henrique (Zenit-RUS), Gabriel Martinelli (Arsenal-ING), João Pedro (Chelsea-ING), Estêvão (Chelsea-ING), Neymar (Santos), Endrick (Lyon-FRA), Rayan (Bournemouth-ING), Antony (Real Bétis-ESP), Igor Thiago (Brentford-ING), Pedro (Flamengo), Richarlison (Tottenham-ING), Igor Jesus (Nottingham Forest-ING) e Kaio Jorge (Cruzeiro)
O zagueiro Marquinhos tornou-se o jogador brasileiro com mais partidas na história da Champions League. No empate do PSG com o Bayern em 1 a 1 nesta quarta-feira (6), na Allianz Arena, em Munique, o defensor atingiu a marca de 121 jogos na competição continental.
Com o feito, ele deixou para trás Roberto Carlos, ídolo do Real Madrid e da Seleção Brasileira, que era o antigo detentor da marca com 120 partidas de Champions League na carreira. Além do clube merengue, o ex-jogador também atuou no torneio pelo Fenerbahçe, da Turquia.
Esta foi a quinta semifinal de Champions da carreira de Marquinhos. O defensor brasileiro está no clube parisiense há 13 temporadas e disputará, portanto, sua terceira final de Champions pelo PSG.
Um detalhe sobre a conquista de Marquinhos. Diferentemente dos brasileiros que estão no Top 5, ele registrou as 121 partidas por apenas um clube.
Capitão da inédita conquista na última temporada, o zagueiro brasileiro terá a chance de se sagrar bicampeão no próximo dia 30 de maio, quando o PSG enfrentará o Arsenal, em Budapeste, na Hungria, às 13h (de Brasília)
Marquinhos: 121 jogos (PSG)
Roberto Carlos: 120 jogos (Real Madrid e Fenerbahçe)
Daniel Alves: 111 jogos (Sevilla, Barcelona, Juventus, PSG)
Thiago Silva: 105 jogos (Milan, PSG, Chelsea)
Fernandinho: 103 jogos (Shakhtar e Manchester City)
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira da história com 48 seleções. Esse formato representa um aumento de 16 times em relação às edições anteriores, então é bem possível que, nos confrontos entre favoritos e azarões, vejamos placares dignos de hóquei, que podem rivalizar com a maior goleada já registrada na história dos mundiais, estabelecida pela Hungria, que humilhou o pequeno El Salvador em 1982.
A seleção da Hungria na Copa de 1982, na Espanha, certamente não estava entre os times mais fortes do torneio. Ainda era uma equipe de qualidade, mas fazia parte de um segundo escalão, atrás de Alemanha, Brasil e Itália. Nos anos 70 e 80, o país era presença constante nas Copas (1978, 1982, 1986), mas a era de ouro de Ferenc Puskás já era apenas uma lembrança.
Os nomes de László Fazekas e Tibor Nyilasi eram respeitados no futebol europeu, o time ainda se destacava pelo estilo ofensivo e pela técnica apurada, mas a torcida não tinha grandes expectativas em relação aos seus ídolos. Não era para menos: seguir os passos dos antecessores vitoriosos era praticamente impossível.
El Salvador chegou ao torneio sabendo que nunca havia marcado um gol em Copas do Mundo. Em sua estreia (1970), perdeu todos os jogos da fase de grupos, por um total de 9 a 0. É verdade que o país vivia outros problemas na época, já que estava em meio a uma guerra civil. O futebol não tinha infraestrutura adequada e a seleção tinha dificuldades até para organizar amistosos.
A maior estrela do time era Jorge “Mágico” González, um craque que chegou a jogar no Cádiz e no Valladolid, da Espanha, mas acabou prejudicado pela falta de disciplina. O lendário Diego Maradona chegou a dizer que ele era um dos jogadores mais talentosos que já viu. Nem ele, porém, conseguiu evitar a goleada que até hoje é lembrada.
Para ambos os times, era a estreia no grupo 3 da Copa do Mundo. O jogo entrou para a história e, até hoje, detém vários recordes: é a maior vitória da história das Copas e também o único caso em que um time marcou 10 gols em uma única partida. László Kiss segue sendo o único jogador a fazer um hat-trick saindo do banco, e ainda em apenas sete minutos.
O único gol de El Salvador foi marcado por Luis Ramírez Zapata, aos 19 minutos do segundo tempo, diminuindo para 5 a 1. Como ele mesmo relembrou depois, os companheiros aconselharam que não comemorasse muito, pois tinham medo de irritar os húngaros e levar ainda mais gols. No fim, a Hungria marcou mais cinco.
“Se jogássemos 100 vezes, não conseguiríamos repetir aquele placar”, disse Nyilasi, autor de dois gols, após a partida. “Eles não eram jogadores tão ruins quanto o placar sugere. O problema foi que tentaram atacar de forma muito ingênua,” completou sobre o adversário.
El Salvador perdeu os dois jogos seguintes e, até hoje, aquela foi sua última participação em Copas. Nem a goleada ajudou a Hungria, que acabou eliminada na fase de grupos diante de Bélgica e Argentina.
Depois do vexame, o clima em El Salvador ficou tenso. Por causa do desempenho ruim, Mauricio Rodríguez foi praticamente destituído do cargo de técnico pelos próprios jogadores Ramón Fagoaga, Norberto Huezo (capitão) e Jovel, que anunciaram que assumiriam a responsabilidade pela tática nos jogos restantes contra Bélgica e Argentina.
São José EC já confirmou presença enquanto EC Taubaté não vai jogar
A Federação Paulista de Futebol (FPF) realiza, na próxima quinta-feira, o conselho técnico da Copa Paulista2026. A reunião, marcada para as 14h30 desta quinta feira, dia 23 de abril na sede da entidade, na Barra Funda, será o palco para a definição das chaves e do sistema de disputa. Além da organização tática, o evento confirmará quais agremiações estarão na briga pelo título neste segundo semestre.
Um dos pontos mais aguardados do encontro é a confirmação das vagas em torneios nacionais para o ano que vem. Para que a competição ofereça o direito de escolha entre a Copa do Brasil ou a Série D de 2027, é necessária a adesão de pelo menos três equipes que disputaram a Série A1 deste ano. Até o momento, o cenário é de expectativa nos bastidores da federação.
© 2019. Futebol do Vale por Antonio Carmo.