Curiosidades das Copas. Texto do www.flashscore.com.br
Dos 13 gols em uma única edição de Just Fontaine em 1958 aos cinco gols de Oleg Salenko em um só jogo em 1994: a história da Copa do Mundo está cheia de recordes a serem superados.
Na Copa do Mundo de 2026, o argentino Lionel Messi, o português Cristiano Ronaldo e o mexicano Guillermo Ochoa podem quebrar o recorde de mais participações.
Dos 13 gols em uma única edição de Just Fontaine em 1958 aos cinco gols de Oleg Salenko em um só jogo em 1994: a história da Copa do Mundo está cheia de recordes a serem superados.
Na Copa do Mundo de 2026, o argentino Lionel Messi, o português Cristiano Ronaldo e o mexicano Guillermo Ochoa podem quebrar o recorde de mais participações.
Um jogo, 12 gols
A partida com mais gols na história da Copa do Mundo foi nas quartas de final em 1954, quando a Áustria venceu a Suíça por 7 a 5, com hat-tricks de Theodor “Turl” Wagner para os austríacos e Josef Hügi para os suíços. Esse jogo também ficou marcado por uma grande virada, já que a Suíça vencia por 3 a 0 aos 19 minutos.
Nas oitavas de final de 1938, houve um jogo com 11 gols, quando o Brasil venceu a Polônia por 6 a 5 (após prorrogação) em Estrasburgo. O genial Leônidas marcou três gols nessa partida, mas foi superado por Ernest Willimowski, que fez quatro para os poloneses.
Nove gols de diferença
As três maiores goleadas terminaram com nove gols de diferença, e a Hungria conseguiu duas delas. Venceu a Coreia do Sul por 9 a 0 em 1954, com um hat-trick de Sandor Kocsis, e por 10 a 1 contra El Salvador em 1982. A Iugoslávia também aplicou um 9 a 0, sobre o Zaire em 1974, com três gols de Dusan Bajevic.
Pelé, coroado três vezes
O jogador com mais títulos de Copa do Mundo é o brasileiro Pelé, tricampeão mundial (1958, 1962 e 1970).
O rei Leo
Após os sete jogos que levaram a Argentina a conquistar sua 3ª estrela, Lionel Messi se tornou o jogador com mais partidas disputadas em fases finais de Copa do Mundo, com 26 jogos, número que pode aumentar na próxima edição.
Messi superou dois alemães: Lothar Matthäus, com 25 jogos entre 1982 e 1998, em cinco Copas, e Miroslav Klose (24 entre 2002 e 2014). Com 22 jogos de Copa no currículo, Cristiano Ronaldo também pode subir nesse ranking se Portugal for bem na América do Norte.
Messi, Ronaldo e Ochoa, no 6º Mundial
Se nada de inesperado acontecer, Messi, Cristiano Ronaldo e Guillermo Ochoa vão se tornar, em Estados Unidos, México e Canadá, os únicos jogadores a disputar seis Copas do Mundo, todas desde a Alemanha 2006.
Assim, vão deixar para trás o alemão Matthaüs (1982, 1986, 1990, 1994, 1998), o italiano Gianluigi Buffon (1998, 2002, 2006, 2010 e 2014), e os mexicanos Antonio Carbajal (1950, 1954, 1958, 1962 e 1966) e Rafa Márquez (1998, 2002, 2006, 2010 e 2014).
Deschamps igualou Zagallo e Beckenbauer
O francês Didier Deschamps foi campeão do mundo como jogador (1998) e como técnico (2018), após o título dos Bleus há oito anos na Rússia.
Antes dele, só dois haviam conseguido esse feito: o brasileiro Zagallo (1958 e 1962 como jogador, e depois em 1970 como técnico) e o alemão Franz Beckenbauer (1974 como jogador e depois em 1990 como técnico). Zagallo ainda foi auxiliar técnico no título brasileiro de 1994.
Klose e Fontaine, no Olimpo dos artilheiros
O alemão Miroslav Klose é o maior artilheiro da história das Copas, com 16 gols em quatro edições. Em uma única edição, é difícil superar o francês Just Fontaine, que marcou 13 gols na Suécia-1958.
Os maiores artilheiros da história das Copas:
1. Miroslav Klose (Alemanha) 16 gols
2. Ronaldo (Brasil) 15 gols
3. Gerd Müller (RFA) 14 gols
4. Just Fontaine (França) 13 gols
Lionel Messi (Argentina) 13 gols
6. Pelé (Brasil) 12 gols
Kylian Mbappé (França) 12 gols
8. Jürgen Klinsmann (Alemanha) 11 gols
Sándor Kocsis (Hungria) 11 gols
10. Helmut Rahn (Alemanha) 10 gols
Grzegorz Lato (Polônia) 10 gols
Teófilo Cubillas (Peru) 10 gols
Gary Lineker (Inglaterra) 10 gols
Gabriel Batistuta (Argentina) 10 gols
Thomas Müller (Alemanha) 10 gols
A “manita” de Salenko
O russo Oleg Salenko impressionou o mundo ao marcar cinco gols na vitória de 6 a 1 sobre Camarões em 1994. Ele é o jogador que mais gols fez em uma partida de Copa do Mundo. Logo atrás dele, seis jogadores marcaram quatro gols em um jogo do torneio:
Ernest Willimowski (Polônia, 1938, derrota por 6 a 5 após prorrogação contra o Brasil)
Ademir (Brasil, 1950, 7 a 1 sobre a Suécia)
Sándor Kocsis (Hungria, 1954, 8 a 3 sobre a RFA na primeira fase)
Just Fontaine (França, 1958, 6 a 3 sobre a RFA)
Eusébio (Portugal, 1966, 5 a 3 sobre a Coreia do Norte)
Emilio Butragueño (Espanha, 1986, 5 a 1 sobre a Dinamarca)
Hakan Sukur, o mais rápido
O turco Hakan Sukur marcou, com apenas 10 segundos e 8 centésimos, o gol mais rápido da história das Copas, durante a disputa do terceiro lugar vencida pela seleção turca contra a Coreia do Sul (3×2) em 2002.
Whiteside, o mais jovem; El Hadari, o mais velho
O jogador mais jovem a disputar uma Copa do Mundo segue sendo o norte-irlandês Norman Whiteside, que tinha 17 anos e 41 dias contra a Iugoslávia (0 a 0), em 1982. O mais velho é o goleiro egípcio Essam El Hadari, que jogou com 45 anos e 161 dias contra a Arábia Saudita em 2018 (derrota dos Faraós por 2×1).
O jogador de linha mais velho continua sendo o camaronês Roger Milla, que tinha 42 anos e 39 dias contra a Rússia, quando marcou na derrota dos Leões Indomáveis por 6×1 em 1994.
Pepe, o artilheiro mais veterano
O jogador mais velho a marcar em uma fase final de Copa do Mundo é o português Pepe, que fez um gol contra a Suíça em 2022, com 39 anos e 283 dias. Seu compatriota Cristiano Ronaldo, Luka Modric ou Edin Dzeko esperam quebrar esse recorde na América do Norte.
Zero de Cristiano Ronaldo
Surpreendente: o ídolo Cristiano Ronaldo nunca marcou um gol em jogos de mata-mata em Copas do Mundo.
Goleadas em semifinais
Em 1930, na primeira edição da Copa, as duas semifinais terminaram com o mesmo placar: 6 a 1. O Uruguai atropelou a Iugoslávia e a Argentina venceu os Estados Unidos.
A maior goleada em semifinais do torneio aconteceu em 2014, quando a Alemanha venceu o Brasil por 7 a 1 no Mineirão, em Belo Horizonte.
Foto: Crédito: Rafael Ribeiro (CBF)
No dia 18 próximo, técnico vai anunciar a lista dos 26 que irão para Copa
O técnico Carlo Ancelotti enviou nesta segunda-feira (11) à FIFA a pré-lista com 55 jogadores que podem ser convocados pela Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. A relação, que será reduzida para 26 nomes no dia 18 de maio, mistura estrelas consolidadas, jovens em ascensão e uma forte presença de atletas que atuam no futebol brasileiro.
Neymar, do Santos, e Endrick, do Lyon, estão entre os atacantes pré-selecionados da Seleção Brasileira, assim como Vini Jr., Raphinha, Matheus Cunha e Rodrygo, que sofreu lesão grave recentemente e corre risco. O setor ofensivo também conta com Luiz Henrique (Zenit), Estêvão (Chelsea), Martinelli (Arsenal), João Pedro (Chelsea), Igor Thiago (Brentford) e Richarlison (Tottenham).
Goleiros (6):
Alisson (Liverpool-ING), Ederson (Fenerbahçe-TUR), Bento (Al-Nassr-SAU), Hugo Souza (Corinthians), John (Nottingham Forest-ING), Carlos Miguel (Palmeiras)
Zagueiros (11):
Marquinhos (PSG-FRA), Thiago Silva (Porto), Gabriel Magalhães (Arsenal-ING), Bremer (Juventus-ITA), Léo Pereira (Flamengo), Ibañez (Al-Ahli-SAU), Alexsandro (Lille-FRA), Fabrício Bruno (Cruzeiro), Beraldo (PSG-FRA), Vitor Reis (Girona-ESP), Murillo (Nottingham Forest-ING)
Laterais-direitos (4):
Wesley (Roma-ITA), Danilo (Flamengo), Paulo Henrique (Vasco) e Vitinho (Botafogo)
Laterais-esquerdos (6):
Alex Sandro (Flamengo), Douglas Santos (Zenit-RUS), Luciano Juba (Bahia), Caio Henrique (Monaco-FRA), Kaiki (Cruzeiro) eCarlos Augusto (Inter de Milão-ITA)
Meio-campistas (12):
Casemiro (Manchester United-ING), Bruno Guimarães (Newcastle-ING), Fabinho (Al-Ittihad-SAU), Andrey Santos (Chelsea-ING), Danilo (Botafogo), Lucas Paquetá (Flamengo), Gabriel Sara (Galatasaray-TUR), João Gomes (Wolverhampton-ING), Andreas Pereira (Palmeiras), Joelinton (Newcastle-ING), Gerson (Cruzeiro) e Matheus Pereira (Cruzeiro)
Atacantes (16):
Vini Jr. (Real Madrid-ESP), Raphinha (Barcelona-ESP), Matheus Cunha (Manchester United-ING), Luiz Henrique (Zenit-RUS), Gabriel Martinelli (Arsenal-ING), João Pedro (Chelsea-ING), Estêvão (Chelsea-ING), Neymar (Santos), Endrick (Lyon-FRA), Rayan (Bournemouth-ING), Antony (Real Bétis-ESP), Igor Thiago (Brentford-ING), Pedro (Flamengo), Richarlison (Tottenham-ING), Igor Jesus (Nottingham Forest-ING) e Kaio Jorge (Cruzeiro)
O zagueiro Marquinhos tornou-se o jogador brasileiro com mais partidas na história da Champions League. No empate do PSG com o Bayern em 1 a 1 nesta quarta-feira (6), na Allianz Arena, em Munique, o defensor atingiu a marca de 121 jogos na competição continental.
Com o feito, ele deixou para trás Roberto Carlos, ídolo do Real Madrid e da Seleção Brasileira, que era o antigo detentor da marca com 120 partidas de Champions League na carreira. Além do clube merengue, o ex-jogador também atuou no torneio pelo Fenerbahçe, da Turquia.
Esta foi a quinta semifinal de Champions da carreira de Marquinhos. O defensor brasileiro está no clube parisiense há 13 temporadas e disputará, portanto, sua terceira final de Champions pelo PSG.
Um detalhe sobre a conquista de Marquinhos. Diferentemente dos brasileiros que estão no Top 5, ele registrou as 121 partidas por apenas um clube.
Capitão da inédita conquista na última temporada, o zagueiro brasileiro terá a chance de se sagrar bicampeão no próximo dia 30 de maio, quando o PSG enfrentará o Arsenal, em Budapeste, na Hungria, às 13h (de Brasília)
Marquinhos: 121 jogos (PSG)
Roberto Carlos: 120 jogos (Real Madrid e Fenerbahçe)
Daniel Alves: 111 jogos (Sevilla, Barcelona, Juventus, PSG)
Thiago Silva: 105 jogos (Milan, PSG, Chelsea)
Fernandinho: 103 jogos (Shakhtar e Manchester City)
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira da história com 48 seleções. Esse formato representa um aumento de 16 times em relação às edições anteriores, então é bem possível que, nos confrontos entre favoritos e azarões, vejamos placares dignos de hóquei, que podem rivalizar com a maior goleada já registrada na história dos mundiais, estabelecida pela Hungria, que humilhou o pequeno El Salvador em 1982.
A seleção da Hungria na Copa de 1982, na Espanha, certamente não estava entre os times mais fortes do torneio. Ainda era uma equipe de qualidade, mas fazia parte de um segundo escalão, atrás de Alemanha, Brasil e Itália. Nos anos 70 e 80, o país era presença constante nas Copas (1978, 1982, 1986), mas a era de ouro de Ferenc Puskás já era apenas uma lembrança.
Os nomes de László Fazekas e Tibor Nyilasi eram respeitados no futebol europeu, o time ainda se destacava pelo estilo ofensivo e pela técnica apurada, mas a torcida não tinha grandes expectativas em relação aos seus ídolos. Não era para menos: seguir os passos dos antecessores vitoriosos era praticamente impossível.
El Salvador chegou ao torneio sabendo que nunca havia marcado um gol em Copas do Mundo. Em sua estreia (1970), perdeu todos os jogos da fase de grupos, por um total de 9 a 0. É verdade que o país vivia outros problemas na época, já que estava em meio a uma guerra civil. O futebol não tinha infraestrutura adequada e a seleção tinha dificuldades até para organizar amistosos.
A maior estrela do time era Jorge “Mágico” González, um craque que chegou a jogar no Cádiz e no Valladolid, da Espanha, mas acabou prejudicado pela falta de disciplina. O lendário Diego Maradona chegou a dizer que ele era um dos jogadores mais talentosos que já viu. Nem ele, porém, conseguiu evitar a goleada que até hoje é lembrada.
Para ambos os times, era a estreia no grupo 3 da Copa do Mundo. O jogo entrou para a história e, até hoje, detém vários recordes: é a maior vitória da história das Copas e também o único caso em que um time marcou 10 gols em uma única partida. László Kiss segue sendo o único jogador a fazer um hat-trick saindo do banco, e ainda em apenas sete minutos.
O único gol de El Salvador foi marcado por Luis Ramírez Zapata, aos 19 minutos do segundo tempo, diminuindo para 5 a 1. Como ele mesmo relembrou depois, os companheiros aconselharam que não comemorasse muito, pois tinham medo de irritar os húngaros e levar ainda mais gols. No fim, a Hungria marcou mais cinco.
“Se jogássemos 100 vezes, não conseguiríamos repetir aquele placar”, disse Nyilasi, autor de dois gols, após a partida. “Eles não eram jogadores tão ruins quanto o placar sugere. O problema foi que tentaram atacar de forma muito ingênua,” completou sobre o adversário.
El Salvador perdeu os dois jogos seguintes e, até hoje, aquela foi sua última participação em Copas. Nem a goleada ajudou a Hungria, que acabou eliminada na fase de grupos diante de Bélgica e Argentina.
Depois do vexame, o clima em El Salvador ficou tenso. Por causa do desempenho ruim, Mauricio Rodríguez foi praticamente destituído do cargo de técnico pelos próprios jogadores Ramón Fagoaga, Norberto Huezo (capitão) e Jovel, que anunciaram que assumiriam a responsabilidade pela tática nos jogos restantes contra Bélgica e Argentina.
São José EC já confirmou presença enquanto EC Taubaté não vai jogar
A Federação Paulista de Futebol (FPF) realiza, na próxima quinta-feira, o conselho técnico da Copa Paulista2026. A reunião, marcada para as 14h30 desta quinta feira, dia 23 de abril na sede da entidade, na Barra Funda, será o palco para a definição das chaves e do sistema de disputa. Além da organização tática, o evento confirmará quais agremiações estarão na briga pelo título neste segundo semestre.
Um dos pontos mais aguardados do encontro é a confirmação das vagas em torneios nacionais para o ano que vem. Para que a competição ofereça o direito de escolha entre a Copa do Brasil ou a Série D de 2027, é necessária a adesão de pelo menos três equipes que disputaram a Série A1 deste ano. Até o momento, o cenário é de expectativa nos bastidores da federação.
texto publicado pelo ge.com
Ao entrar em campo pela estreia do Fluminense na Libertadores de 2026, o goleiro Fábio tornou-se o jogador mais velho a jogar a competição.
Aos 45 anos, seis meses e sete dias, o arqueiro supera um outro companheiro de posição, o boliviano Luis Galarza, que defendeu o Bolívar, da Bolívia, com 44 anos, dois meses e 19 dias em 1995.
Fábio está em sua 30ª temporada como jogador profissional, sua quinta no Fluminense, clube que conquistou a taça da Libertadores em 2023.
Ao entrar em campo diante do La Guaira, da Venezuela, pela fase de grupos, no Estádio Olímpico de La UCV, ele também iguala o lateral-direito Marcos Rocha, hoje do Grêmio. O camisa 1 chega a 13 edições da competição continental e iguala o defensor.
Jogo foi válido pela Taça Libertadores daquele ano
Antigamente raramente havia jogos de futebol em plena sexta feira santa no Brasil.
Mas em 1984, sei lá porque, houve um grande jogo válido pela Libertadores entre Santos e Flamengo no Morumbi em São Paulo. A partida foi disputada a tarde e recebeu pouco mais de 24 mil torcedores.
Os dois clubes vinham se enfrentando com assiduidade desde 1980: foram nada menos do que 13 confrontos naquele período de cinco anos – número espantoso em tempos de Campeonato Brasileiro ainda no formato de grupos e mata-mata. E os rubro-negros vinham levando a melhor, de longe: eliminaram o Peixe nos Brasileiros de 1980 e 1982 e levaram o título nacional contra o time alvinegro em 1983.
A partida foi válida pela primeira rodada do segundo turno do grupo. Já no primeiro turno no Maracanã o Flamengo havia goleado o Peixe por 4 a 1.
O Mengo já não tinha mais seu maior ídolo, Zico e o Santos nem técnico definitivo tinha naquele momento.
Mas fica o registro para nossa seção de JOGOS PERDIDOS, essa peleja de 1984.
Confira a ficha técnica do jogo:
SANTOS 0 x 5 FLAMENGO
Taça Libertadores da América – primeira fase – segundo turno
Morumbi (São Paulo), 20 de abril de 1984
Público: 24.545 pessoas.
Árbitro: Carlos Sérgio Rosa Martins (RS).
Cartões amarelos: Ronaldo Marques e Dema (Santos); Andrade, Bigu e Edmar (Flamengo).
Expulsões: Dema aos 12 e Toninho Carlos aos 28 do 2º tempo (ambos do Santos).
Gols: Bebeto aos 13, Mozer aos 21, Edmar aos 40 do 1º tempo; Tita aos 26 (de pênalti) e aos 36 do 2º tempo.
Flamengo: Fillol – Leandro, Figueiredo, Mozer e Júnior – Andrade (Lúcio), Bigu e Tita – Bebeto (Élder), Edmar e João Paulo. Técnico: Cláudio Garcia.
Santos: Rodolfo Rodríguez – Davi, Márcio, Toninho Carlos e Paulo Róbson – Dema, Lino e Pita – Gersinho, Gérson (Camargo) e Ronaldo Marques (Fernando). Técnico: Del Vecchio (interino).
A última janela de amistosos antes da divulgação das listas de convocados para a Copa do Mundo, provocou uma mudança no ranking FIFA. A França assumiu a primeira colocação nesta quarta-feira (1) e nos fez lembrar: liderar a pontuação da Federação nunca foi garantia de título. Pelo contrário.
O empate sem gols da seleção espanhola contra o Egito abriu espaço para a França assumir o topo do ranking após duas vitórias em amistosos: 2 a 1 sobre a Seleção Brasileira e 3 a 1 contra a Colômbia.
Desde que o ranking da FIFA passou a ser utilizado, em 1993, nenhuma seleção que iniciou uma Copa do Mundo na primeira colocação conseguiu conquistar o título.
• 1994: Alemanha liderava, mas o título ficou com o Brasil
• 1998: Brasil era a nº 1, e a França foi campeã
• 2002: França era favorita, e o Brasil levou o título
• 2006: Brasil novamente nº 1, com título da seleção italiana
• 2010: Brasil líder, e Espanha campeã
• 2014: Espanha nº 1, título da Alemanha
• 2018: Alemanha líder, título da França
• 2022: Brasil nº 1, e a Argentina conquistou o tricampeonato
Seria um bom sinal para Espanha, Argentina, Inglaterra e Portugal, que completam o top 5, respectivamente, se essa tradição continuasse e a França não conseguisse conquistar sua terceira Copa do Mundo. A seleçõ foi vice-campeã no Catar 2022, campeã na Rússia 2018 e chegou às semifinais da Eurocopa da Alemanha 2024, quando foi eliminada pela Espanha.
texto publicado no site ge.globo.com
Com a definição das 48 seleções que irão disputar a Copa do Mundo, já se pode traçar um cenário do que esperar da primeira fase da competição.
E tomando como base a última atualização do ranking da Fifa é possível ordenar cada um do 12 grupos do mundial, do mais forte ao mais fraco, levando em conta a soma da pontuação e a colocação de cada país.
Cabeça de chave do Grupo C, o Brasil está em uma das chaves mais “leves” em termos de pontuação geral. No entanto, fará o único jogo entre seleções do top-10 do ranking.
A FIFA aprovou uma série de mudanças importantes no regulamento que vão entrar em vigor na Copa do Mundo de 2026, torneio sediado nos Estados Unidos, México e Canadá. As novas regras têm como objetivo reduzir a perda de tempo e ampliar as intervenções do sistema VAR em situações controversas.
A entidade liderada por Gianni Infantino decidiu implementar várias mudanças no regulamento do jogo, buscando aumentar o ritmo das partidas e limitar as táticas usadas pelos times para interromper o jogo.
A Copa do Mundo de 2026 será também a primeira edição com 48 seleções participantes, o que vai resultar em mais jogos e maior visibilidade para seleções de todo o mundo.
Uma das mudanças introduzidas envolve o procedimento das substituições. Os jogadores que forem substituídos terão no máximo 10 segundos para deixar o gramado.
Se esse tempo for ultrapassado, o jogador que vai entrar será obrigado a esperar um minuto antes de poder entrar em campo.
A FIFA também está estabelecendo um limite claro para os arremessos laterais. Eles devem ser cobrados em até cinco segundos.
Se o prazo for ultrapassado, a bola será dada ao time adversário.
Outra mudança importante diz respeito às situações em que um jogador recebe atendimento médico no gramado.
Após a intervenção da equipe médica, o jogador terá que sair do campo e esperar um minuto antes de poder voltar ao jogo.
A FIFA também decidiu ampliar o uso do VAR. O árbitro de vídeo poderá intervir em dois casos adicionais:
– no segundo cartão amarelo, se houver um erro claro de arbitragem;
– em lances controversos durante escanteios;
O objetivo dessa medida é ajudar os árbitros a tomarem decisões mais corretas nos momentos importantes das partidas.
As novas regras têm como propósito reduzir as táticas usadas pelos times para perder tempo ou interromper o ritmo da partida, especialmente nos minutos finais dos jogos.
A FIFA espera que essas mudanças contribuam para partidas mais dinâmicas e decisões de arbitragem mais precisas na Copa do Mundo de 2026.
© 2019. Futebol do Vale por Antonio Carmo.