Verdão iniciou uma fase de ouro ao ganhar o campeonato paulista contra o Santos em 1959
O fim dos anos de 1950, o Palmeiras começou uma era de ouro que conseguiu ofuscar até mesmo o Santos, de Pelé. O grande time palmeirense da época foi chamado de Academia de Futebol. Foi tão vitorioso que teve sequência ainda na década de 1970, com a Segunda Academia.
O ano de 1959 é o marco da Academia. A primeira Academia teve como característica a presença de um grande treinador da história palestrina. No caso Oswaldo Brandão.
O início da Primeira Academia
O Mestre Oswaldo Brandão montou a base do esquadrão, uma equipe com estilo de jogo ofensivo, técnico, privilegiando a arte do jogo. A montagem do time, por sinal, começou com uma grande perda: campeão do mundo em 1958, Altafini Mazzola fora vendido ao Milan, onde se tornaria ídolo.
O Palmeiras usou bem o dinheiro. Trouxe, entre outros nomes, o goleiro Valdir de Moraes, o lateral Djalma Santos e o craque Julinho Botelho, que voltaria ao Brasil, justamente, depois de ser campeão italiano pela Fiorentina.
O Verdão estava sem levantar taças desde 1951, quando conquistou a Copa Rio. O Paulista de 1959 era um grande desafio, porque o favorito era o Santos, de Pelé.
Mas o Palmeiras disputou, ponto a ponto, a taça. Até que ambos chegaram na última rodada empatados, com 63. O campeão, então, seria decidido em uma final no Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu.
O Verdão mostrou, então, que conseguiria fazer frente ao Santos de Pelé. Empate no primeiro jogo, no segundo e a necessidade de um terceiro. Foi um dos grandes jogos da história do Paulista: Pelé abriu o placar para o Peixe, mas Julinho Botelho e Romeiro viraram para os palmeirenses, que derrubaram os favoritos e levantaram a taça.
Campeão brasileiro
O título do Paulista de 1959 colocou o Palmeiras já na semifinal da Taça Brasil de 1960. A vaga na final, porém, só veio depois de muito drama contra o Fluminense.
Após empate sem gols no Pacaembu, a decisão da vaga ficou para o jogo do Rio de Janeiro. O jogo estava 0 a 0 até os 44 minutos do segundo tempo, quando Humberto marcou o gol que colocou os palestrinos na decisão.
A decisão foi um passeio contra o Fortaleza. Depois de vitória fora de casa, o Verdão enfiou 8 a 2 no Pacaembu e conquistou seu primeiro título brasileiro.
A conquista colocou a equipe na Libertadores do ano seguinte, a primeira jogada pelo Palmeiras. O time conquistou uma histórica vitória na Argentina sobre o Independiente, derrubou ainda o Santa Fe e fez a final contra o Peñarol, mas acabou sucumbindo e perdeu o título para a equipe do goleador Alberto Spencer.
Reforço de peso
Em 1963, a Academia ganhou um reforço de peso: Ademir da Guia, filho de Domingos, chegou do Bangu e foi um reforço de peso que ajudou a manter a sequência de títulos da equipe.
Naquele mesmo ano, com a presença também do bicampeão do mundo Vavá, o Verdão voltou a ser campeão paulista, impedindo que o Santos fosse tetracampeão.
Vavá, porém, acabou negociado com o futebol espanhol em 1964. O Palmeiras, mais uma vez, usou certo o dinheiro e trouxe um jogador que se mostraria fundamental para a Academia: Dudu.
Dudu foi o parceiro ideal para Ademir e o Palmeiras formou uma verdadeira seleção. Em 1965, inclusive, representou a seleção brasileira em amistoso no Mineirão contra o Uruguai, dia 7 de setembro, que marcou a inauguração do estádio, que terminou em 3 a 0 para os palmeirenses.
Nos anos seguintes, a Academia voltaria a ofuscar o Santos de Pelé. Campeão do Rio-São Paulo em 1965, campeão paulista em 1966, o time dominou o Brasil em 1967.
No mesmo ano, o Verdão foi duas vezes campeão nacional. Com todo protagonismo de Ademir da Guia, o Palmeiras faturou o Roberto Gomes Pedrosa e a Taça Brasil.
O que faltou para a Academia foi, de fato, a Libertadores. Em 1968, o time voltou a final do torneio, mas perdeu, no terceiro jogo, para o Estudiantes, de Verón.
As glórias internacionais alviverdes vieram apenas em torneios amistosos. O clube conquistou, no fim da década de 1960, o Tereza Herrera e o Ramon de Carranza, na Espanha, batendo, inclusive, o Real Madrid.
Foi em 1969 que a Primeira Academia conquistou seu último título: foi o bicampeonato do Roberto Gomes Pedrosa, que representou o fim de uma era, sob o comando do lendário técnico Rubens Minelli.
A Segunda Academia
Foram poucos, porém, os anos sem títulos para o Palmeiras. A chamada Segunda Academia não demorou muito para voltar a dominar o país, com alguns ídolos da primeira, e novos nomes que surgiram.
Leão, Luís Pereira, Leivinha, Ademir da Guia, Dudu, Edu, César e companhia… A Segunda Academia começou a colher os frutos em 1972.
No Campeonato Paulista, o título veio de forma invicta e com grande destaque para o goleiro Leão, que sofreu apenas oito gols ao longo de 22 rodadas, enquanto o ataque marcou 33.
A dobradinha veio com uma grande campanha no Campeonato Brasileiro. Com a melhor campanha na primeira fase, o Verdão foi ao mata-mata com a vantagem do empate e acabou campeão depois de empate em 1 a 1 com o Inter e de Leão segurar o Botafogo, de Jairzinho, na final.
A Segunda Academia, apesar dos insucessos no Paulista e na Libertadores de 1973, brilhou com a conquista do bicampeonato brasileiro daquele ano com mais um 0 a 0 na final, contra o São Paulo. Para Luís Pereira, zagueiro daquele time, 1972 foi o ano do auge da Segunda Academia.
“Em 1972, ganhamos praticamente tudo. Penso que esse foi o auge da Academia. É que o Palmeiras vinha entrosado de anos antes… Se você pegar nossa escalação de 1971, 72 e 73 é praticamente a mesma. Eram os mesmos que jogavam, enquanto alguns saíam para dar espaço para outros. Uma equipe muito entrosada e forte com o comando do Oswaldo Brandão”, comentou o defensor em entrevista para oGol.
“Aquele era um grande time. Tínhamos o Madruga, argentino, grande jogador de toque de bola. O Edu (Bala) era rapidíssimo, e o Zeca foi o jogador mais regular em toda fase do Palmeiras, um cara muito trabalhador, espetacular. O Leão atravessou fases espetaculares. Dudu e Ademir? Pô, o que vamos falar deles. Jogaram sei lá quantos anos juntos… Ainda tínhamos César, Eurico, Alfredo Mostarda. Era uma coisa bonita”, completou Luís Pereira.
Em 1973, o Palmeiras voltou a conquistar o Campeonato Brasileiro. Leivinha foi um dos destaques. Mais adiantado, foi o artilheiro do time no campeonato, com 20 tentos. Também em conversa para oGol, Leivinha ressaltou o grande ano e o trabalho de Oswaldo Brandão.
“O Brandão me colocou mais perto da área desde a punição ao César Maluco (Em novembro de 1972, o atacante foi suspenso por nove meses por ofender o árbitro Renato de Oliveira Braga). E realmente eu tive a oportunidade de ser o grande artilheiro do Palmeiras. Eu acho que o Brandão foi muito feliz na posição de técnico. Ele conseguiu formar uma grande equipe. A gente apresentava um futebol bem jogado”, destacou.
A Segunda Academia teve fim em 1974. O último grande ato foi a conquista do Paulista daquele ano, com vitória, na final, sobre o Corinthians, de Rivellino, diante de mais de 120 mil corintianos no Morumbi. Foi um final cruel contra o rival para fechar com chave de ouro uma época marcante do Palmeiras.
Em 1959, para derrotar o quase imbatível time do Santos FC com Pelé e cia, o Bahia tinha que ser um grande time.
Por isso o Esquadrão de Aço da Boa Terra entra no nosso seleto grupo de grande times da história.
Confira um pouco do título do Bahia em 1959.
No final da década de 1950, o Santos Futebol Clube sob a figura de um ainda jovem Pelé, daria início a uma hegemonia no futebol brasileiro que somente não seria maior por conta de outros grandes times daquele período. E ainda que o time da baixada santista fosse uma das principais equipes não somente do Brasil, com do mundo naquele ano de 1959, seria o EC Bahia a equipe que venceria a Taça Brasil, o primeiro campeonato nacional disputado no país.
Ao vencer a competição, o Tricolor de Aço também teria a honra de ser a primeira equipe brasileira na história a disputar uma Copa Libertadores da América, que teria a sua primeira edição um ano depois, em 1960.
O time do Nordeste brasileiro, quase 30 anos depois, ainda conquistaria o seu segundo título brasileiro, em 1988, mas já em outra circunstância e em outro formato de competição. Mas aqui, vamos relembrar essa importante e histórica conquista do Tricolor Baiano na temporada de 1959!
Contudo, na semifinal da Taça Brasil 1959, o Bahia não se intimidou diante da força do time carioca e, em pleno Maracanã, venceu pelo placar de 1 a 0, com gol de Alencar. Já no duelo de volta, em Salvador, o Tricolor de Aço não conseguiu segurar o Vasco, sendo derrotados por 2 a 1. Sendo assim, novamente um terceiro jogo teria que ser realizado, e novamente na Fonte Nova. E, dessa vez, o time baiano não titubeou e venceu pelo magro placar de 1 a 0, com gol de Léo Briglia.
Apenas o fato de o Bahia ter eliminado o forte time do Vasco da Gama, já poderia ser considerado um grande feito para o time nordestino. Contudo, a equipe chegava para a final da Taça Brasil 1959 para fazer história, e teria pela frente nada menos do que o Santos FC, que no período contava com um time histórico: Manga; Pavão e Mourão; Dalmo, Zito e Formiga; Dorval, Jair da Rosa Pinto, Coutinho, Pelé e Pepe. No comando técnico, Lula.
Ainda que na época, o Peixe ainda não era o time que, anos depois seria campeão nacional, da Copa Libertadores e do Mundial, porém já contava com a sua base que ficaria marcada para sempre.
Com um time como esse, além de contar com o ainda jovem Pelé, grande nome do título mundial da seleção brasileira um ano antes, o Santos FC era considerado um dos melhores times do país, e grande favorito nesta decisão contra o time do Bahia. Na primeira partida da final, na Vila Belmiro, o time visitante já chegou surpreendendo e venceu pelo placar de 3 a 2. Biriba e Alencar, duas vezes, foram os heróis daquele histórico triunfo do Tricolor de Aço.
Contudo, no duelo de volta, na Fonte Nova, o Santos daria o troco, pelo placar de 2 a 0. Naquele dia, Pelé e Coutinho tomaram conta da partida e anotaram os gols santistas, forçando assim a uma terceira e decisiva partida.
Naquela época, nos bastidores da final da Taça Brasil 1959, corria a informação de que os dirigentes do Bahia chegaram a oferecer dinheiro à cúpula santista para disputar a decisão na Fonte Nova. Porém, os santistas não aceitaram e seguiram o que estava previsto no regulamento, que a partida decisiva fosse realizada no templo histórico do futebol mundial, o Estádio do Maracanã.
Mais do que isso. A partida decisiva entre Santos e Bahia ficou com a data marcada apenas para março de 1959, já que a equipe santista tinha uma série de amistosos internacionais marcados antes do jogo decisivo. Inclusive, rolava a informação de bastidores de que nesse meio tempo, os dirigentes do Peixe já negociavam as passagens para que seus jogadores disputassem a Copa Libertadores da América em 1960.
Enquanto isso, o Bahia passava por mudanças em seu comando técnico, com a saída do então treinador Geninho. Na época, o comandante tricolor percebeu que, para o jogo final, seria mais interessante a presença de Carlos Volante, ex-jogador argentino conhecido por sua liderança em campo. Inclusive, ele era uma espécie de meio-campista marcador e foi em homenagem ao seu nome que surgiu a função de volante no futebol brasileiro.
Em um Maracanã que contava com apenas um público que beirava 20 mil pagantes, o Santos Futebol Clube chegava exausto por conta de sua excursão internacional. Para piorar, na sua série de amistosos, o Peixe perdeu seu principal jogador, Pelé, que se contundiu naquele período. Contudo, mesmo com esses problemas, o Santos ainda conseguiu abriu o marcador do jogo com um gol do camisa 9, Coutinho, ainda no primeiro tempo. Pouco depois, no finalzinho da primeira etapa, Vicente tratou de empatar o jogo e Léo Briglia virou a partida para o Tricolor de Aço, desestruturando o psicológico do time santista.
Transtornados, os jogadores do Peixe perderam a cabeça. O primeiro a ser expulso foi o lateral-direito Getúlio, Logo depois, quem recebeu o cartão vermelho foi o zagueiro Formiga. Em seguida, até mesmo os craques Dorval e Coutinho foram expulsos, após uma troca de agressões com Flávio, lateral do Bahia, que também acabou expulso.
Com dez jogadores em campo, contra apenas sete jogadores santistas, o EC Bahia ainda ampliou o placar em 3 a 1, já na reta final da partida, com gol de Alencar. Após o apito final, o Bahia se sagrava o primeiro campeão brasileiro da história, com a conquista da Taça Brasil 1959. Como se não bastasse, o Tricolor de Aço ainda ostentou o artilheiro da competição, Léo Briglia, com oito gols.
O futebol mineiro pode ser descrito, em minha opinião, antes e depois de 1966. Um ano antes o Mineirão foi construído e os 3 grandes de BH teriam mais visibilidade no cenário do futebol brasileiro, isso é um fato inegável.
Mas foi a partir do título de Campeão da extinta Taça Brasil pelo Cruzeiro, que o futebol das alterosas entrou de vez no cenário nacional do futebol.
E não foi uma conquista qualquer não. Foi um título obtido em cima do Santos FC que era o atual pentacampeão. E com duas vitórias históricas.
A primeira delas no primeiro jogo no Mineirão com uma goleada espetacular de 6 a 2. E para coroar, uma virada sensacional no segundo jogo em pleno Pacaembu. Depois de estar perdendo por 2 a 0 e tendo Tostão desperdiçado uma cobrança de pênalti, a Raposa virou para 3 a 2 e ganhou seu primeiro título nacional.
E esse time cruzeirense ficou marcado na história do futebol brasileiro como um dos melhores da história. Jovens craques estavam surgindo como Tostão, Piazza, Natal, Raul e Dirceu Lopes.
Por isso esse esquadrão merece um espaço nessa nossa página de Grandes Times.
O Super-time: Carlos Alberto, Félix, Piazza, Brito, Clodoaldo e Everaldo; Jairzinho, Gerson, Tostão, Pelé e Rivellino.
A Holanda, vice-campeão em 1974 abriu essa seção dos Grandes Times. Mesmo sem ter ganho nenhum título.
Mas agora coloco em destaque a maior seleção que vi jogar. Brasil campeão do mundo em 1970 no México. O melhor time reunido com alguns dos maiores craques da história do futebol, não só brasileiro, mas mundial. Fez uma Copa perfeita, jogando o fino da bola, como gostava de dizer o grande narrador Fiori Giglioti.
Uma seleção que começou a ser montada em 1969 por João Saldanha. Que já tinha dado show nas Eliminatórias. Saldanha saiu em março de 1970, a menos de 3 meses do início da Copa. Entrou Zagallo. E o Velho Lobo ajustou o time. Mudou vários jogadores que em relação ao time do João. Saíram Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo e Edu do time titular e entraram Brito, Clodoaldo, Everaldo e Rivellino.
E a seleção encantou o mundo do futebol. Seis vitórias em seis jogos, e a conquista em definitivo da Taça Jules Rimet em solo mexicano. Uma final histórica contra a Itália. Vitórias espetaculares sobre Uruguai e Inglaterra. Enfim um time maravilhoso. Uma seleção inesquecível. Futebol naquele tempo não dá para se comparar com o atual, mas aquele time jogaria fácil hoje em dia. Disso tenho certeza.
BRASIL NA COPA DO MÉXICO 1970
Dia 03 de junho – 4 a 1 na Thecoslováquia – Gols de Rivellino, Jairzinho (2) e Pelé
Dia 07 de junho – 1 a 0 na Inglaterra – Gol de Jairzinho
Dia 10 de junho – 3 a 2 na Romênia – Gols de jairzinho e Pelé (2)
Dia 14 de junho – 4 a 2 no Peru – Gols de Rivellino, Tostão (2) e Jairzinho
Dia 17 de junho – 3 a 1 no Uruguai – Gols de Clodoaldo, Jairzinho e Rivellino
Dia 21 de junho – 4 a 1 na Itália – Gols de Pelé, Gerson, Jairzinho e Carlos Alberto
Como eu escrevi no post de abertura dessa nova seção, aqui você verá grandes times, que jogaram muito, mas nem sempre foram campeões.
E abrindo o novo espaço eis a grandiosa seleção da Holanda de 1974. Não foi campeão, mas marcou uma geração que gosta de futebol bonito e bem jogado.
Liderada pelo espetacular craque Johan Cruyff, o time do técnico Rinus Michels foi o criador do “Futebol total”; que influenciou grandes equipes do mundo, alguns exemplos são: Barcelona do Pep Guardiola, que foi pupilo de Cruyff, Seleção Brasileira de 1982, Seleção Espanhola (Campeã do Mundo em 2010); entre outras que tentaram aplicar de algum modo o método do treinador holandês. A partir dai que a organização tática ganhou outra definição.
O ápice do Cruyff e do Futebol Total foi indiscutivelmente em 1974, quando foi vice-campeã mundial; perdendo para a seleção alemã dona da casa, por 2 a 1. Durante toda a competição a Holanda foi impiedosa contra seus rivais. Na primeira fase, o seleção da Holanda venceu duas partidas e empatou em 0 a 0 contra Suécia, na cidade de Dusseldorf. Classificados, os holandeses foram para a segunda fase do mundial, jogar contra Brasil (campeã do mundo em 1970); Alemanha Oriental e a Argentina. Contra os grandes do futebol mundial, a Laranja Mecânica passeou e distribui aula de futebol para os seus adversários.
Confira os jogos da Seleção Holandesa na Copa de 1974:
15/6/1974 -2 a 0 no Uruguai
19/6/1974 – 0 a 0 com a Suécia
23/6/1974 – 4 a 1 na Bulgária
26/6/1974 – 4 a 0 na Argentina
30/6/1974 – 2 a 0 na Alemanha Oriental
03/7/1974 – 2 a 0 no Brasil
07/7/1974 – 1 a 2 com a Alemanha Ocidental
O time base holandês tinha: Jan Jongloboed; Win Suurbier, Arie Haan, Win Rijsbergen e Ruud Krol; Win Jansen, Johan Neeskens e Van Hanegem; Rob Rensenbrink, Johan Cruyff e Johnny Rep. Um time maravilhoso quase sem posição fixa, que atacava as vezes com 9 jogadores. Mesmo sem ser campeão, um esquadrão que marcou a história do futebol mundial.
Nesta nova seção do site, pretendo falar dos grandes times que o futebol do mundo já viu jogar.
Não necessariamente serão times que foram campeões, mas que marcaram de maneira indelével a história de nosso futebol. Mas na maioria das vezes os Grande Times foram campeões né?
E aguarde que nosso primeiro “Esquadrão” será uma seleção nacional que não foi campeã.
Dia 02 de maio estará aqui.
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