Se o futebol inglês se acostumou no passar dos anos com os inúmeros brasileiros que por lá estão, em setembro de 1987 isso seria uma grande novidade. Francisco Ernandi Lima da Silva, o Mirandinha, foi quem abriu as fronteiras para os conterrâneos na elite da Inglaterra, antes da criação da Premier League, em um campeonato que vivia um momento de revolução.
Para entender essa história, primeiro, é preciso voltar dois anos antes da contratação de Mirandinha pelo Newcastle, em 1985, mais precisamente na final de Liga dos Campeões entre Liverpool e Juventus. O que isso tem a ver com o brasileiro? Nada e tudo. É que, naquela ocasião, aconteceu a fatídica Tragédia de Heysel, causada em um dos momentos de ápice do Hooliganismo inglês. A partir de então, tudo mudou para futebol do país, que acabou suspenso por cinco anos de competições europeias.
“A minha ida para a Inglaterra foi uma surpresa para todos, inclusive para mim, que tinha perspectiva de Itália, Espanha, França, Portugal e vários outros países que tinham clubes que cogitavam minha contratação”, declarou Mirandinha, em entrevista ao oGol.
A transferência do jogador do Palmeiras para o Newcastle aconteceu quando ele defendia a seleção brasileira numa excursão pela Europa, com início justamente na Inglaterra. Na estreia com camisa principal da seleção, Mirandinha marcou de cara o gol que deu o empate para o Brasil contra os ingleses, em pleno Wembley.
“Marcar um gol em Wembley representa o auge da carreira de qualquer jogador. Tive uma participação muito boa naquele momento, o que carimbou definitivamente minha ida para o Newcastle”, relembrou, ressaltando que naquela mesma excursão ele viria a ser eleito o melhor jogador em campo contra a Escócia.
Sem empresário envolvido no negócio, apenas um conselheiro do Palmeiras que tinha conexões com o clube inglês, o atacante acabou negociado por 950 mil dólares. A façanha era tal que Mirandinha não seria somente o primeiro brasileiro a jogar na Inglaterra, como também um dos primeiros sul-americanos – naquela temporada, além dele, apenas o argentino Osvaldo Ardiles, que defendia o Tottenham já há algum tempo, entrou em campo.
Mirandinha passou duas temporadas na Inglaterra, disputou 60 partidas pelo Newcastle e marcou 20 gols. O sucesso por lá não aconteceu somente em um período muito diferente para o futebol inglês fora de campo, mas também dentro dele. Quem hoje acompanha a Premier League, fundada cinco anos depois da passagem de Mirandinha, em 1992, e considera o jogo por lá um dos mais vistosos de se ver, poderia não achar o mesmo algumas décadas atrás.
“O futebol inglês até o final dos anos 1980 era muito viril, muito choque, combate direto, zagueiros na área… Eu lembro bem que a bola passava do meio-campo e já virava cruzamento. Eu tive a felicidade de jogar em um time que jogava muito diferente, o Newcastle tinha Paul Gascoine, Paul Goddard, o próprio David McCreery, um irlandês que jogava muito com a bola no chão”, afirma, lembrando a parceria que construiu com o então jovem ‘Gazza’, como carinhosamente chama o lendário meia inglês: “é um parceiro que eu fiz no futebol”.
O feito de ser o primeiro jogador brasileiro a atuar no futebol inglês não pode resumir a carreira de Mirandinha, seria leviano. O jogador iniciou a carreira no Ferroviário de Fortaleza, surpreendeu o Botafogo depois de grandes atuações nas divisões inferiores do Campeonato Paulista pelo pequeno Palmeiras de São João da Boa Vista e fez grande sucesso no Brasil, principalmente, com as camisas de Náutico e Palmeiras (desta vez o principal).
“Fui parar no Náutico em 1983 e, por incrível que pareça, com a exceção do Palmeiras foi o grande time em que mais me senti bem. Tive a felicidade de no Brasileiro de 1983 fazer gol em todos os gigantes do futebol brasileiro… Foram muitas façanhas que o Náutico conquistou naquele ano e o torcedor tem aquele Náutico como um dos melhores times da história, com a exceção do time do hexa”, conta.
Do Náutico, Mirandinha retornou ao futebol paulista, onde defendeu a Portuguesa e teve uma passagem rápida pelo Santos. Disputou um Campeonato Mineiro pelo Cruzeiro e encontrou o auge no país pelo Palmeiras.
“O Palmeiras que foi realmente o grande time da minha carreira: me deu status de jogador de time grande, todo ano disputando artilharia de Paulista e Brasileiro, a única coisa negativa é que não conquistei título, foi o que faltou”, lamentou.
Fora do cenário do futebol brasileiro, Mirandinha ainda desbravou outros países. Teve uma rápida passagem pelo futebol português, pelo Belenenses, onde não teve sequência pois, segundo ele, o clube não pôde arcar com os compromissos financeiros então firmados. Também jogou no Japão, onde ficou por três anos.
Diferentemente do futebol inglês, na Terra do Sol Nascente o atacante era mais um dos vários brasileiros que tinham a missão não apenas de jogar futebol, mas quase de “ensinar” o esporte.
“Logicamente o futebol naquela oportunidade caminhava precariamente, não tinha grandes somas, também não tinha estrutura. Jogava-se em campo de má qualidade, alguns deles sintéticos, tipo ‘carpetão’ mesmo… A gente caía e ralava todo”, conta, lembrando que jogadores de renome como Zico, Oscar e o argentino Ramon Dias já haviam atuado por lá também.
“O futebol japonês fez uma coisa que impressionou a todos nós brasileiros. Eles mandavam muitos jovens para o Brasil e quando os garotos se destacavam aqui eles mandavam de volta para o Japão. Até investir em grupos de torcedores para ensinar o japonês torcer eles fizeram… Não é à toa que hoje é um país que se classifica entre os primeiros na Ásia para a Copa do Mundo”, afirmou.
Mais tarde na carreira como treinador, Mirandinha não perdeu a veia desbravadora. Trabalhou na Arábia Saudita, Malásia e Sudão, e tem diversos trabalhos nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
O Paris Saint-Germain venceu o Aston Villa e conquistou o bicampeonato consecutivo da Supercopa da UEFA. A nova taça colocou o clube francês ao lado de seis clubes no ranking de títulos, em 6º lugar.
Chelsea, Bayern de Munique, Valencia, Juventus, Ajax e Anderlecht são os outros bicampeões da Supercopa. O PSG deixou 14 donos de um título para trás, inclusive o Aston Villa, campeão em 1982 e vice em 2026.
O hexacampeão Real Madrid é o maior vencedor da Supercopa, logo à frente dos pentacampeões Barcelona e Milan. O Liverpool aparece em 4º lugar, com quatro títulos, e o Atlético de Madrid (3) fecha o top 5.
1) Real Madrid: 6 (2002, 2014, 2016, 2017, 2022 e 2024)
2) Barcelona: 5 (1992, 1997, 2009, 2011 e 2015)
Milan: 5 (1989, 1990, 1994, 2003 e 2007)
4) Liverpool: 4 (1977, 2001, 2005 e 2019)
5) Atlético de Madrid: 3 (2010, 2012 e 2018)
6) PSG: 2 (2025 e 2026)
Chelsea: 2 (1998 e 2021)
Bayern de Munique: 2 (2013 e 2020)
Valencia: 2 (1980 e 2004)
Juventus: 2 (1984 e 1996)
Ajax: 2 (1973 e 1995)
Anderlecht: 2 (1976 e 1978)
13) Manchester City: 1 (2023)
Zenit: 1 (2008)
Sevilla: 1 (2006)
Galatasaray: 1 (2000)
Lazio: 1 (1999)
Parma: 1 (1993)
Manchester United: 1 (1991)
KV Mechelen: 1 (1988)
Porto: 1 (1987)
FCSB: 1 (1986)
Aberdeen: 1 (1983)
Aston Villa: 1 (1982)
Nottingham Forest: 1 (1979)
Dínamo de Kiev: 1 (1975)
O hexacampeão Real Madrid é o maior vencedor da Supercopa, logo à frente dos pentacampeões Barcelona e Milan. O Liverpool aparece em 4º lugar, com quatro títulos, e o Atlético de Madrid (3) fecha o top 5.
Estádio do Morumbi no jogo de maior público da história do futebol paulista em todos os tempos
Já se foi o tempo dos jogos com mais de 100 mil torcedores eem uma partida. Hoje nenhum estádio brasileiro tem capacidade para receber mais de 80 mil aficcionados.
Veja abaixo os maiores públicos da história do campeonato paulista de futebol.
1) CORINTHIANS 1 X 2 PONTE PRETA , 146.082 , 09/10/1977 (138.032 PAGS.) .
2) PALMEIRAS 2 X 0 SANTOS , 127.423 , 15/10/1978 (123.318 PAGS.) .
3) SÃO PAULO 1 X 0 SANTOS , 122.535 , 16/11/1980 (122.209 PAGS.) .
4) CORINTHIANS 0 X 1 PALMEIRAS , 120.902 , 22/12/1974 (120.522 PAGS.) .
5) CORINTHIANS 1 X 1 SANTOS , 120.782, 20/03/1977 (116.881 PAGS.) .
6) CORINTHIANS 1 X 0 SANTOS , 120.000 , 26/12/1978 .
7) CORINTHIANS 4 X 0 SANTOS , 119.965, 29/05/1977 (117.676 PAGS.) .
8) SÃO PAULO 3 X 2 CORINTHIANS , 119.858, 05/12/1982 (117.061 PAGS.).
9) SÃO PAULO 1 X 0 PALMEIRAS , 119.113 , 17/06/1979 (112.016 PAGS.).
10) SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS , 118.858 , 30/08/1987 (109.464 PAGS.) .
11) CORINTHIANS 1 X 1 SANTOS , 117.628, 20/08/1978 (111.103 PAGS.) .
12) PORTUGUESA 0 X 0 SANTOS , 116.568 , 26/08/1973 (116.156 PAGS.)
13) SÃO PAULO 1 X 0 PALMEIRAS , 115.435 , 27/06/1971 (103.887 PAGS.)
14) SÃO PAULO 1 X 1 SANTOS , 115.155 , 24/06/1979 (107.485 PAGS.)
15) SÃO PAULO 0 X 0 PALMEIRAS , 114.000 , 20/12/1992 (110.887 PAGS.).
16) SÃO PAULO 0 X 0 PALMEIRAS , 112.031 , 01/12/1991 (110.915 PAGS.) .
17) CORINTHIANS 0 X 1 SANTOS , 111.345, 02/12/1984 (101.587 PAGS.) .
18) SÃO PAULO 1 X 2 CORINTHIANS , 110.066, 02/10/1977 (105.435 PAGS.) .
19) CORINTHIANS 2 X 1 SANTOS , 108.991, 11/02/1979 (103.494 PAGS.) .
20) CORINTHIANS 1 X 0 SANTOS , 106.677 , 10/06/1979 (100.269 PAGS.).
21) SÃO PAULO 2 X 1 PORTUGUESA , 106.315 , 22/12/1985 (99.025 PAGS.) .
22) SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS , 106.142 , 15/12/1991 .
23) CORINTHIANS 0 X 4 PALMEIRAS , 104.401 , 12/06/1993 (99.929 PAGANTES).
24) PALMEIRAS 0 X 0 INTERNACIONAL, 104.135 , 31/08/1986 .
25) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 102.939 , 31/08/1977 (98.059 PAGS.).
26) SÃO PAULO 3 X 0 CORINTHIANS , 102.821 , 08/12/1991 .
27) CORINTHIANS 0 X 2 PALMEIRAS , 102.167 , 16/04/1989 .
28) CORINTHIANS 1 X 0 PONTE PRETA , 101.076 , 03/02/1980 (96.441 PAGS.).
29) CORINTHIANS 0 X 0 PALMEIRAS , 99.967 , 18/02/1979 (94.852 PAGS.).
30) CORINTHIANS 2 X 0 PONTE PRETA , 99.419 , 10/02/1980 (90.578 PAGS).
31) CORINTHIANS 0 X 0 GUARANI , 98.197, 14/06/1979 (92.454 PAGS.) .
32) SÃO PAULO 0 X 0 SÃO JOSÉ , 98.034 , 02/07/1989 (97.965 PAGANTES) .
33) CORINTHIANS 3 X 0 PALMEIRAS , 97.927, 12/11/1978 (94.872 PAGS.) .
34) CORINTHIANS 0 X 0 PALMEIRAS , 97.321 , 08/05/1977 (91.795 PAGS).
35) SÃO PAULO 0 X 0 PALMEIRAS , 97.210 , 14/03/1993 (96.340 PAGS.) .
36) SÃO PAULO 1 X 3 SANTOS , 97.191 , 01/10/1978 (91.962 PAGS.) .
37) CORINTHIANS 0 X 2 PALMEIRAS , 97.179, 20/05/1979 (91.193 PAGS.).
38) SÃO PAULO 3 X 3 CORINTHIANS , 96.532 , 09/08/1987 .
39) CORINTHIANS 1 X 1 PALMEIRAS , 95.871, 04/12/1983 (91.461 PAGS.).
40) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 95.784 , 08/12/1983 .
41) CORINTHIANS 0 X 1 PALMEIRAS , 95.759 , 24/08/1986 .
42) SÃO PAULO 2 X 1 CORINTHIANS , 95.493 , 26/08/1987 .
43) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 93.736 , 06/06/1993 .
44) CORINTHIANS 1 X 0 PONTE PRETA , 93.573 , 13/10/1977 (86.677 PAGS).
45) CORINTHIANS 0 X 3 PALMEIRAS , 92.982 , 27/08/1986 .
46) PALMEIRAS 1 X 1 SANTOS , 92.443 , 06/05/1973 (92.134 PAGANTES).
47) PALMEIRAS 1 X 1 SANTOS , 91.697 , 05/08/1984 (85.556 PAGS.) .
48) SÃO PAULO 4 X 2 PALMEIRAS, 91.257 , 05/12/1992 (90.688 PAGS.)
49) CORINTHIANS 3 X 0 PALMEIRAS , 90.357, 02/05/1993 (89.326 PAGS.) .
50) SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS , 90.182, 14/12/1983 (88.085 PAGS.).
51) CORINTHIANS 1 X 1 PALMEIRAS , 90.000 , 27/01/1980 (87.185 PAGS.) .
52) SÃO PAULO 3 X 1 PALMEIRAS , 89.531 , 23/08/1987 .
53) SÃO PAULO 1 X 2 SANTOS , 88.316, 20/06/1979 (81.788 PAGS.) .
54) SÃO PAULO 3 X 1 PALMEIRAS , 88.235, 15/05/1977 (85.754 PAGS.) .
55) SÃO PAULO 3 X 1 PORTUGUESA , 87.602 , 15/12/1985 .
56) CORINTHIANS 3 X 2 GUARANI , 87.544, 19/11/1978 (83.419 PAGS.) .
57) CORINTHIANS 1 X 0 PALMEIRAS , 87.212 , 30/01/1980 .
58) SÃO PAULO 2 X 0 CORINTHIANS , 86.538 , 23/05/1993 .
59) CORINTHIANS 0 X 0 SANTOS , 86.300 , 31/07/1983 (80.731 PAGS.) .
60) CORINTHIANS 0 X 0 PONTE PRETA, 85.415, 10/02/1980 (77.219 PAGANTES)
61) SÃO PAULO 0 X 0 SANTOS , 85.355 , 15/05/1971 (75.549 PAGS.) .
62) SÃO PAULO 2 X 1 PONTE PRETA , 84.786, 09/11/1980 (84.553 PAGS.) .
63) CORINTHIANS 2 X 2 SANTOS , 84.009 , 27/09/1981 (83.774 PAGS.) .
64) SÃO PAULO 0 X 1 CORINTHIANS, 83.588, 11/12/1983 (79.684 PAGS.)
65) CORINTHIANS 2 X 4 PALMEIRAS , 80.933, 24/07/1977 (79.644 PAGS.) .
66) CORINTHIANS 2 X 2 SANTOS, 80.656 , 04/09/1977 (77.273 PAGS.) .
67) SÃO PAULO 2 X 0 SANTOS , 80.488 , 28/06/1979 (74.535 PAGS.) .
68) SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS, 80.239, 10/07/1988 (79.821 PAGS.) .
69) SÃO PAULO 3 X 1 CORINTHIANS , 80.000 , 10/05/1998 .
Em uma Copa do Mundo repleta de feitos históricos, a disputa pelo 3º lugar trouxe uma dezena deles. O incrível 6 a 4 da Inglaterra sobre a França neste sábado (18) quebrou uma série de marcas individuais e coletivas do torneio.
Esta foi a partida com mais gols na Copa do Mundo desde 1982. Naquela edição, a Hungria atropelou El Salvador por 10 a 1 — até hoje a maior goleada da história.
França 4×6 Inglaterra é apenas o sexto jogo com 10 ou mais gols na Copa. Os franceses haviam participado do penúltimo registro, em 1958, quando golearam o Paraguai por 7 a 3. O recorde continua com Áustria 7×5 Suíça, em 1954.
Uma partida no Mundial não tinha as duas seleções marcando ao menos quatro vezes desde União Soviética 4×4 Colômbia, em 1962.
Nas disputas pelo 3º lugar, nada supera o duelo deste sábado em número de gols. A marca pertencia a outro duelo com a França, que goleou a Alemanha por 6 a 3 em 1958 e conquistou o bronze.
Mas os Bleus não vivem só de feitos positivos. Esta foi a primeira vez que a seleção francesa sofreu seis gols em um jogo por um grande torneio (Copa do Mundo ou Eurocopa).
Ao considerar amistosos, o vexame não ocorria desde 1960, quando apanhou de 6 a 2 da Suíça em um amistoso.
A França levou ao menos seis gols em outras 11 ocasiões. Nove também ocorreram em amistosos, e duas nos Jogos Olímpicos — 17 a 1 para a Dinamarca em 1908 e 7 a 0 para a Hungria em 1960.
De todas as marcas, nenhuma supera a de Kylian Mbappé em importância. O atacante da França fez dois gols e se tornou o maior artilheiro da história da Copa do Mundo, com 22. Ele tem um de vantagem sobre Lionel Messi, que disputa a final com a Argentina neste domingo (19).
De quebra, Mbappé se isolou na artilharia desta Copa, com 10 gols. Ele é o primeiro a atingir dois dígitos em uma edição desde o alemão Gerd Müller em 1970. Só outros dois jogadores chegaram lá: Just Fontaine (França) em 1958 — 13 gols — e Sándor Kocsis (Hungria) em 1954 — 11.
Já Michael Olise deu duas assistências contra a Inglaterra, chegou a sete nesta Copa e virou o maior garçom de uma edição nos últimos 68 anos. Ele só fica atrás do compatriota Raymond Kopa (1958) e do alemão Fritz Walter (1954), ambos com oito passes para gol, segundo o perfil MisterChip.
O craque do jogo, porém, foi Bukayo Saka. O atacante da Inglaterra se tornou apenas o segundo jogador a anotar um hat-trick contra a França na Copa do Mundo. O outro? Pelé, na semifinal de 1958 (Brasil 5×2).
• Jogo com mais gols desde 1982
• 1º jogo com 4+ gols das duas seleções desde 1962
• Disputa pelo 3º lugar com mais gols
• 1ª vez que a França sofreu 6 gols
• Mbappé na artilharia de todos os tempos (22 gols)
• 1º jogador com 10 gols no torneio desde 1970 (Mbappé)
• Maior garçom no torneio desde 1958 (Olise)
• 1º hat-trick contra a França desde 1958 (Saka)
• 1º hat-trick de um inglês no mata-mata desde 1966 (Saka)
• Maior artilheiro da Inglaterra em uma edição (Bellingham, 7 gols
Antes mesmo da disputa das semifinais, a Copa do Mundo assegurou mais um feito histórico: o torneio voltará a ser disputado nessa fase por quatro seleções que já conquistaram a taça anteriormente. Com a eliminação da Suíça para a Argentina nas quartas de final, apenas campeões mundiais seguem vivos na disputa pelo título, algo que não acontecia desde a Copa de 90, na Itália. À época, Alemanha, Argentina, Inglaterra e a anfitriã Itália chegaram entre as quatro melhores do torneio, onde os alemães levantaram o troféu. Desde então, todas as edições tiveram ao menos uma equipe sem título mundial entre os semifinalistas. Esta, inclusive, será apenas a terceira vez que as semifinais reúnem exclusivamente campeões do mundo. O cenário também ocorreu em 1970, com Brasil, Itália, Alemanha Ocidental e Uruguai, quando a seleção brasileira conquistou o tri. Os confrontos das semifinais colocam frente a frente França e Espanha, enquanto Argentina e Inglaterra disputam a outra vaga na decisão. As partidas serão realizadas nos dias 14 e 15 de julho, respectivamente, e você acompanha tudo por aqui no tempo real de oGol.
Texto retirado de ogol.com.br
https://www.ogol.com.br/noticias/copa-do-mundo-volta-a-ter-quatro-campeoes-mundiais-nas-semis-apos-quase-40-anos/1156236
A Holanda está fora da Copa do Mundo de 2026 após perder nos pênaltis para o Marrocos, no mais novo capítulo de uma longa sequência de decepções internacionais.
texto original do site flashcore.com.br
Nas últimas três Copas do Mundo, a Holanda não perdeu nenhuma partida. Nem no tempo normal, nem na prorrogação. A invencibilidade já chega a 16 jogos – ninguém na história do torneio tem uma sequência maior.
Mesmo assim, os holandeses só têm uma medalha de bronze de 2014 para mostrar nesta sequência e poucas lembranças positivas. Depois de perder para a Argentina nos pênaltis na semifinal de 2014, a Laranja foi eliminada do mesmo jeito pela mesma Argentina nas quartas de 2022 e agora sofreu o mesmo destino diante do Marrocos.
A derrota desta segunda-feira para o Marrocos foi especialmente amarga. Eles sofreram o gol de empate nos acréscimos. E durante os penais, Bart Verbruggen defendeu a cobrança de Soufiane Rahimi quando a Holanda vencia por 1 a 0, mas acabou, sem querer, empurrando a bola para dentro do gol com o calcanhar.
Agora, a Holanda divide o recorde de mais derrotas em disputas de pênaltis em Mundiais, empatada com a Espanha. Foram quatro reveses no total – número que inclui a derrota para o Brasil em 1998. O time de Memphis Depay se tornou, no entanto, o primeiro a perder três seguidas.
Antes dessa sequência de derrotas na marca do cal, a Holanda perdeu a final da Copa de 2010 nos minutos finais da prorrogação e detém o recorde de mais finais perdidas da história do torneio (1974, 1978 e 2010).
Mesmo assim, os holandeses só têm uma medalha de bronze de 2014 para mostrar nesta sequência e poucas lembranças positivas. Depois de perder para a Argentina nos pênaltis na semifinal de 2014, a Laranja foi eliminada do mesmo jeito pela mesma Argentina nas quartas de 2022 e agora sofreu o mesmo destino diante do Marrocos.
A última vez que a Holanda perdeu uma partida de Copa do Mundo no tempo normal foi há 20 anos, nas oitavas de final da Copa de 2006 contra Portugal.
No total, os holandeses participaram de nove disputas de pênaltis em grandes torneios e foram eliminados sete vezes.
Além dos fracassos em Copas, há também decepções nas Eurocopas de 1992, 1996 e 2000 – três vezes seguidas também. Eles só quebraram esse jejum na Euro seguinte, de 2004, quando superaram a Suécia.
A única vitória da Holanda nos pênaltis foi em 2014, no Brasil, contra a Costa Rica. Naquela ocasião, o experiente técnico Louis van Gaal fez uma escolha inusitada e trocou o goleiro antes da disputa – o reserva Tim Krul foi o herói daquela classificação. Porém, no jogo seguinte, a decisão foi novamente para os pênaltis, mas a Holanda já tinha feito todas as substituições, não pôde repetir a estratégia e perdeu para a Argentina em Itaquera.
O trauma dos pênaltis agora já passou de pai para filho. O técnico Ronald Koeman colocou Justin Kluivert entre os cobradores contra o Marrocos, e ele desperdiçou seu chute, assim como seu pai Patrick fez 26 anos antes.
Apesar de Patrick normalmente ser confiável nas cobranças, ele perdeu um pênalti na semifinal da Euro 2000 contra a Itália, em uma das derrotas mais dolorosas da Laranja. Sediando o torneio e enfrentando uma Itália com um jogador a menos, Kluivert e companhia pareciam prontos para chegar à final, mas perderam dois pênaltis durante o jogo e mais três na disputa de desempate.
Exatamente 26 anos depois, no mesmo dia, Justin Kluivert acertou a mesma trave que seu pai, a Holanda desperdiçou três das cinco cobranças e foi eliminada do Mundial de 2026.
Por Raoni David
Quando enfrentar o Japão nesta segunda-feira, 29 de junho, às 14h no horário de Brasília, em Houston, pela fase de 16 avos da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá, a Seleção Brasileira estará em sua 46ª partida eliminatória na história dos mundiais. O retrospecto é positivo, com 66,7% de aproveitamento e 95 gols marcados. Com 8 gols, Leônidas da Silva e Ronaldo são os maiores artilheiros brasileiros nos mata-mata de Copas.
Dos 45 jogos em mata-mata dos mundiais o Brasil venceu 28, foi derrotado em 11 vezes e teve seis empates. Marcou 95 gols e sofreu 63, tendo um total de 66,7% de aproveitamento. São 33 jogos contra europeus, 8 contra sul-americanos; 2 contra países da Concacaf; e um da Ásia e outro da África.
Nestas seis igualdades, o Brasil se deu melhor nas penalidades em três oportunidades. Ao conquistar o tetracampeonato, em 1994; ao avançar à decisão do título, em 1998; e ao chegar à semifinal na Copa do Mundo de 2014. Por outro lado, foi derrotado nos pênaltis nas quartas de final das Copas de 1986 e 2022. Na edição de 1938, sem prorrogação ou pênaltis previstos, jogou novamente com a Tchecoslováquia num jogo-desempate, quando venceu e passou à semifinal.
Das 11 doloridas derrotas, uma foi na final de 1998; duas em disputas de terceiro lugar em 1974 e 2014; outras duas em semifinais, em 1938 e 2014; quatro em quartas de finais, em 1954, 2006, 2010 e 2018; e mais duas em oitavas de final, em 1934 e 1990. Neste caso cabe a explicação de que o confronto com o Uruguai, pela Copa do Mundo do Brasil, em 1950, não era uma final direta, e sim a última rodada do quadrangular decisivo previsto naquela edição de mundial.
O histórico de 28 vitórias foi construído especialmente no pentacampeonato, já que foram 16 triunfos em mata-mata de competições vencidas pelo Brasil, com destaque para o título de 2002, quando a seleção comandada por Luiz Felipe Scolari venceu os quatro confrontos eliminatórios que fez.
Principais rivais
Chile, Itália, França e Holanda são os países que mais enfrentaram o Brasil em decisões nos mundiais, tendo 100% de aproveitamento diante dos chilenos e vantagem contra os italianos, que saíram vencedores apenas uma vez. Já contra franceses e holandeses o Brasil tem desvantagem, pois venceu ambos apenas uma vez, colecionando duas derrotas para cada. Quando empatou, avançou contra a Holanda, em 1998, mas foi eliminado pela França, em 1986.
Além dos europeus, a única seleção que já derrotou o Brasil em um mata-mata de Copa foi a Argentina, que venceu o confronto pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 1990, na Itália, por 1 a 0.
Os artilheiros
Leônidas da Silva e Ronaldo, com oito gols cada, são os maiores artilheiros do Brasil em confrontos de mata-mata de Copa do Mundo. O Diamante Negro marcou um na Copa de 34 e os outros sete na edição seguinte. Já o Fenômeno fez três no mundial de 1998, outros quatro em 2002 e mais um em 2006.
Com sete gols, Pelé e Vavá aparecem na sequência, enquanto Garrincha e Rivaldo marcaram quatro vezes cada. Com três gols e presente na Copa do Mundo deste ano, Neymar está empatado com Bebeto, Jairzinho, Perácio e Romeu. Careca, César Sampaio, David Luiz, Rivelino, Robinho, Romário e Tostão marcaram duas vezes cada.
(Crédito: Rafael Ribeiro / CBF)
Publicado em 24 de junho de 2026, às 12h00 site futebolpaulista.com.br
Brasil e Escócia se enfrentam na noite desta quarta-feira, 24 de junho, às 19h, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá. O confronto -que vale a classificação e o primeiro lugar na chave- será o 77º da Seleção Brasileira contra uma europeia em toda a história das Copas. São 44 vitórias, 16 empates e 16 derrotas, num total de 64,9% de aproveitamento com 138 gols marcados e 85 sofridos. Pelé é o artilheiro brasileiro nestas partidas.
Destes 76 jogos contra europeus, quatro foram justamente contra a Escócia, estando a seleção brasileira invicta. No primeiro jogo, em 1974, na Alemanha, empate sem gols; em 1982, na Espanha, vitória brasileira por 4 a 1 com gols de Zico, Oscar, Éder e Falcão; oito anos depois, na Itália, Muller marcou o gol solitário da vitória brasileira; enquanto Cafu e Boyd (contra) marcaram os gols do Brasil na vitória por 2 a 1 na França, em 1998.
Após ser derrotado por Iugoslávia e Espanha nas Copas de 1930 e 1934, respectivamente, o Brasil conseguiu sua primeira vitória contra europeus no Mundial da França, em 1938, quando venceu a Polônia por 6 a 5. Naquela mesma edição ainda venceria a Tchecoslováquia e Suécia, para conquistar o terceiro lugar, na primeira grande campanha brasileira em Copas.
Após seis jogos de invencibilidade contra países da Europa -com direito a goleadas históricas sobre Espanha e Suécia em 1950- o Brasil voltou a ser derrotado na Suíça, em 1954, quando foi eliminado pela Hungria após perder por 4 a 2 no que ficou conhecido como a ‘Batalha de Berna’.
Taça em solo europeu
Para conquistar a primeira das cinco taças, porém, o Brasil foi até a Europa. Na Copa da Suécia, em 1958, o time comandado por Vicente Feola enfrentou seis europeus, vencendo a Áustria na estreia, empatando com a Inglaterra na segunda partida e engatando quatro vitórias seguidas contra União Soviética, País de Gales, França e Suécia para ser campeão do Mundo.
O bi, no Chile, veio com vitórias contra Espanha na primeira fase, Inglaterra nas quartas de final e Tchecoslováquia -contra quem empatou sem gols na segunda partida- na decisão.
Fim da invencibilidade
Para conquistar as duas primeiras taças da Copa do Mundo, o Brasil esteve invicto por dez jogos contra países europeus. A vitória diante da Bulgária na Copa de 1966, na Inglaterra, aumentou essa marca para 11 jogos, mas antecedeu duas derrotas para Hungria e Portugal que eliminou precocemente a seleção bicampeã da disputa pelo tri.
Este, porém, veio na Copa seguinte, no México, e com europeus sendo superados no caminho. Na primeira fase, Tchecoslováquia, Inglaterra e Romênia foram vencidas por 4 a 1, 1 a 0 e 3 a 2, respectivamente. Diante da Itália, a decisão valia também o título de primeiro tricampeão do mundo e o Brasil não tomou conhecimento ao vencer por 4 a 1.
As próximas derrotas para europeus foram traumatizantes. Na primeira oportunidade de buscar o tetracampeonato, o Brasil sucumbiu diante da Holanda na Copa de 1974, na Alemanha, onde ainda perdeu o terceiro lugar ao ser derrotado pela Polônia. Já em 1982, na Espanha, a derrota foi para a Itália de Paolo Rossi, que frustrou toda uma geração de brasileiros que apostavam na conquista do título do time que encantava a torcida.
Maior sequência invicta
Em meio a um longo jejum de títulos mundiais, após a derrota para os italianos, o Brasil conseguiu emplacar a sua maior sequência de invencibilidade contra europeus em Copas do Mundo, com 12 partidas sem perder.
Após vencer Espanha, Irlanda do Norte e Polônia, a seleção brasileira foi eliminada pela França na Copa do México, em 1986, somente nos pênaltis; na Copa da Itália, em 1990, venceu Suécia e Escócia antes de ser eliminada pela Argentina; na campanha do tetracampeonato, Rússia, Holanda e Suécia -com quem havia empatado na primeira fase- foram superados antes da vitória nos pênaltis diante da Itália; e, por fim, na Copa da França, em 1998, venceu a Escócia na estreia, mas já classificado o Brasil teve a sequência de invencibilidade quebrada ao perder para a Noruega no último jogo da primeira fase. Aquele time ainda perderia a final da Copa para a França, em nova derrota traumática para europeus.
O penta contra europeus
Para ser pentacampeão em 2002, na Copa do Mundo do Japão e da Coréia do Sul, o Brasil teve que enfrentar -e vencer- europeus em cinco oportunidades. A Turquia, na estreia e na semifinal, além de Bélgica, Inglaterra e a Alemanha, na decisão, que foi derrotada por 2 a 0.
Desde então, dificuldades…
Desde o penta, porém, o Brasil enfrenta muitas dificuldades nos confrontos contra times da Europa. São 13 jogos com 5 vitórias brasileiras -todas na primeira fase-, 5 derrotas -todas em mata-mata- e 3 empates, inclusive no último confronto, na Copa do Mundo do Catar, em 2022, quando foi eliminado pela Croácia, nos pênaltis.
A última vitória foi contra a Suíça, ainda na fase de Grupos da Copa do Mundo de 2022, no Catar, com gol de Casemiro.
Destas cinco derrotas, destacam-se as eliminações para França e Holanda nas Copas de 2006 e 2010, na Alemanha e África do Sul, respectivamente; além do 7 a 1 sofrido pelos alemães e precedido da derrota por 3 a 0 para os holandeses na disputa do terceiro lugar na Copa do Mundo disputada em casa, em 2014.
Artilharia
Segundo maior artilheiro do Brasil em Copas do Mundo com 12 gols, Pelé é o destaque da lista contra europeus, com 11 tentos anotados, seis na Copa de 1958 e cinco na Copa de 1970. Na sequência aparece Leônidas da Silva, que marcou 8 vezes, enquanto Ademir de Menezes e Vavá fecham o Top 3 com sete gols cada.
Jogo foi válido pelo campeonato paulista da segunda divisão 2026
O Independente de Limeira entrou para a história neste sábado ao aplicar uma impiedosa goleada de 17 a 0 sobre o Grêmio Catanduense, pela Bezinha do Campeonato Paulista de 2026. O resultado não apenas estabeleceu a maior goleada da competição, como também se tornou a maior já registrada em todo o futebol profissional do Estado de São Paulo.
A marca superou um recorde que havia sido igualado na semana passada, quando a Matonense venceu justamente o Grêmio Catanduense por 13 a 0. Agora, o Galo de Limeira assumiu sozinho o topo da lista histórica, ultrapassando inclusive a goleada da Ferroviária por 15 a 1 sobre o Velo Clube, pela Série A2 de 1955, que durante décadas foi a maior diferença de gols entre equipes paulistas em torneios profissionais.
O grande nome da partida foi Iago Ramiro. O camisa 10 marcou cinco vezes e disparou na artilharia da Bezinha, chegando aos 11 gols. Matheus Silva e Carlim balançaram as redes duas vezes cada, enquanto Filipe Ferreira, Jean, Kayo, Isac Newton, Léo Alves, Pietro, Diego Mori e Bocão completaram a goleada histórica. O placar ainda teve um gol contra, fechando os 17 tentos do Independente.
Detalhe mais curioso: centroavante Fábio Souza, que veste a 9 do Independente, passou em branco no jogo. Isso mesmo: o centroavante titular do time não marcou nenhum dos 16 gols do time. Ele jogou os 90min. Ele ainda não marcou na Bezinha em seis partidas. No ano tem apenas um gol, em seis jogos que disputou pelo Tanabi na Série A4.
O Grêmio Catanduvense entrou com 9 em campo, no jogo válido pela ultima rodada da Bezinha. Time termina a competição com 66 gols sofridos e 62 gols negativos de saldo.
Com o resultado, a partida passa a liderar a relação das maiores goleadas do futebol profissional paulista. No Paulistão, o recorde pertence ao Paulistano, que fez 12 a 0 sobre a AA Palmeiras em 1920. Na Série A3, a maior goleada é o 15 a 1 do Pirassununguense sobre o Piraju, em 1987. Na Série A4, o Mauense venceu o ECUS Suzano por 14 a 2 em 2015, enquanto na Copa Paulista o maior placar continua sendo o 8 a 1 do Taquaritinga sobre a Paraguaçuense em 2003.
Maiores goleadas por campeonato do futebol profissional paulista
Um dos maiores ídolos da história do futebol, Lionel Messi, de 38 anos, voltou a fazer história nesta segunda-feira (21). Com dois gols marcados contra a Áustria, o camisa 10 se tornou o maior artilheiro da história das Copas do Mundo de forma isolada. O craque tem 18 gols.
Com os dois gols marcados, Messi também assumiu a artilharia da atual edição da Copa do Mundo de forma isolada. Ele balançou as redes em cinco oportunidades nos Estados Unidos.
Lionel Messi fez um em 2006, passou em branco na Copa seguinte. Em 2014, o camisa 10 anotou quatro gols e na Copa de 2018 deixou sua marca uma única vez. Craque e campeão em 2022, o argentino marcou em sete oportunidades.
© 2019. Futebol do Vale por Antonio Carmo.